<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691</id><updated>2011-11-19T10:15:39.472-02:00</updated><category term='Parte 6'/><category term='Parte 1'/><category term='Parte 2'/><category term='Upgrade de bios'/><category term='Parte 3'/><category term='Parte 5'/><category term='Parte 7'/><category term='Parte 4'/><title type='text'>Tutoriais</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Download</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13946821148751668249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-2716229491995539816</id><published>2008-12-17T20:45:00.000-02:00</published><updated>2008-12-17T21:11:26.638-02:00</updated><title type='text'>Como formatar o Windows XP com o CD</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ao utilizar o computador durante alguns meses, sem tomar as devidas precauções em relação à manutenção do sistema operacional, além dos cuidados necessários com vírus e programas semelhantes, podem acontecer erros muitas vezes irreversíveis ao Windows.&lt;br /&gt;Em muitos desses casos, a única saída é formatar o computador. No entanto, muitos usuários acham que realizar essa tarefa é um verdadeiro bicho de sete cabeças, envolvendo um processo complexo e difícil de ser efetuado.&lt;br /&gt;Este tutorial vai ensiná-lo a formatar o seu computador com segurança, dispensando serviços de terceiros, poupando um bom dinheiro com isso. No entanto, algumas tentativas podem ser feitas antes de partir para a formatação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Conceito&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao formatar o seu computador, você estará na realidade apagando todos os arquivos contidos no seu disco rígido, deixando-o “zerado”. Por esse motivo, vamos ensiná-lo a guardar seus arquivos importantes antes de limpar o HD.&lt;br /&gt;Assim que o disco rígido estiver sem nenhum arquivo, será realizada uma nova instalação do Windows em seu computador. Depois que ela for realizada com êxito, os drivers (aplicativos que fazem as principais funções do PC funcionarem) deverão ser instalados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Começando&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de mais nada, é necessário realizar os procedimentos para salvar seus arquivos, instaladores e demais executáveis de sua preferência, como músicas, aplicativos, vídeos, entre outros. O processo mais fácil, nesse caso, é gravá-los em CDs ou DVDs, sem realizar modificações no seu HD.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Programas essenciais&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vale lembrar que alguns instaladores devem ser guardados, como antivírus e programas do gênero de sua preferência. Além de tudo, é fundamental ter o instalador do Service Pack 2 no seu backup, o que deixará o Windows compatível com diversos softwares atualizados, evitando problemas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não esqueça dos drivers!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem entrar em termos técnicos, drivers são pequenos aplicativos que fazem a ligação entre as partes física e virtual do seu computador. Ao instalar um driver de som, por exemplo, sua placa de som reconhecerá os dados executados no Windows, fazendo com que as caixinhas emitam o áudio corretamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em alguns casos, ao comprar um computador, você poderá receber um CD com os drivers referentes à sua placa-mãe. Caso isso não aconteça, é necessário fazer uma cópia deles, o que fica mais fácil com alguns aplicativos interessantes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DriverMax&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este pequeno aplicativo é muito importante na hora de realizar cópias dos seus drivers. Ao clicar no link de download do programa, leia sua descrição e instale-o, aguardando a listagem dos seus drivers, que pode demorar alguns minutos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280896230143881042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 342px; CURSOR: hand; HEIGHT: 243px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUmDJFVs71I/AAAAAAAAAcQ/SfDlVdtq_O4/s400/kkkkk.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim que ele terminar, você estará apto a utilizá-lo. Clique na opção indicada na figura para começar o Backup. Depois, selecione todos os drivers e, logo em seguida, comece o processo. Na próxima janela, estipule a pasta em que os drivers serão salvos. (Lembre-se de salvar a pasta com os drivers em um DVD ou na partição criada no seu disco rígido, além, é claro, do instalador do DriverMax)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Comece a Formatar&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de mais nada, é necessário mexer em algumas configurações da sua placa-mãe para carregar o CD do Windows. Na maioria dos casos, basta teclar Delete ou F2 na primeira tela exibida na inicialização do computador, para acessar as opções. Como existem vários modelos e marcas diferentes de hardware, siga os passos de forma semelhante aos exibidos no trecho abaixo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280896500459174274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 126px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUmDY0V4-YI/AAAAAAAAAcY/kzyN3u5uCcg/s400/zzzz.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com as mudanças realizadas, aperte F10 para salvar, e insira o CD do seu Windows XP nele. Antes do sistema operacional começar, você verá a opção “Pressione qualquer tecla para iniciar do CD”. Clique em qualquer botão do teclado para que o disco de instalação seja carregado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aguarde alguns momentos até que a tela azul apareça, contendo os próximos passos da instalação. Siga as intruções abaixo para formatar o seu Windows XP:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. Em “Bem vindo ao programa de instalação” (Welcome to Setup), clique Enter para proseguir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2. Na tela sobre o contrato de licença do Windows, tecle F8 para concordar com os termos descritos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;3. Duas opções aparecerão na tela. Tecle “Esc” para reinstalar o Windows XP.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;4. Este é o menu com as partições. Caso você tenha criado uma nova partição para backup, lembre-se de não mexer nela neste momento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;5. Selecione a partição que contém o seu Windows e a exclua, através da tecla D. Confirme a exclusão com os comandos requeridos nas etapas que seguem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;6. Clique em “Espaço não particionado” e tecle Enter, para instalar o Windows neste local.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;7. Escolha a opção “Formatar a partição utilizando o sistema de arquivos NTFS”, o que pode levar um bom tempo, dependendo da capacidade do seu disco rígido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;8. Aguarde a cópia dos arquivos e a reinstalação automática do sistema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Instalação do Windows&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deixe que seu computador inicie normalmente (Não clique para iniciar o sistema do CD como anteriormente) e siga os passos indicados nas primeiras janelas. Agora seu Windows estará acessível através do mouse e do teclado, o que torna as coisas mais intuitivas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir desse ponto, o próprio Windows XP lhe indicará os passos a serem seguidos, de um modo muito explicativo. Basta seguir todas as etapas corretamente e o programa terminará sua instalação em alguns minutos. Aguarde o término do processo e a última reinicialização, terminando de configurar o seu sistema operacional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Primeiro passos com o sistema novo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao iniciar o Windows pela primeira vez, você deverá instalar, primeiramente, os drivers do seu computador. Para isso, vá até a partição de backup ou insira o DVD com os arquivos importantes salvos, executando o instalador do DriverMax.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora, clique na opção “Importar Drivers”, selecionando a pasta salva com os aplicativos. Aguarde a instalação dos drivers e reinicie o seu computador para evitar eventuais problemas. Assim que ele iniciar novamente, instale o Service Pack 2, reiniciando-o novamente em seguida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desta forma, seu computador estará novo em folha, com seu registro intacto e operando de maneira funcional, sem os problemas encontrados anteriormente. Tudo que resta a você é instalar os programas e aplicativos de sua preferência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Considerações finais&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vale ressaltar que formatar um computador requer prática e é um processo um tanto quanto complicado para usuários iniciantes. Caso você esteja enfrentando dificuldades em realizar a tarefa, é interessante pedir ajuda para um amigo que entenda melhor do assunto, ou, em último caso, de um técnico especializado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Resumindo um pouco as coisas, é fundamental lembrar de salvar os arquivos importantes do seu computador antes de começar a formatação, pois, depois que ela começar, os dados do seu HD principal serão perdidos. Com calma e atenção, o bicho de sete cabeças da formatação será eliminado e você poderá economizar um bom dinheiro com isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-2716229491995539816?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/feeds/2716229491995539816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1873419184489233691&amp;postID=2716229491995539816&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/2716229491995539816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/2716229491995539816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2008/12/como-formatar-o-windows-xp-com-o-cd.html' title='Como formatar o Windows XP com o CD'/><author><name>Reginaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813461042649943835</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUmDJFVs71I/AAAAAAAAAcQ/SfDlVdtq_O4/s72-c/kkkkk.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-783146709546429455</id><published>2008-12-17T20:25:00.000-02:00</published><updated>2008-12-17T20:28:16.429-02:00</updated><title type='text'>O que é DNS?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A sigla DNS, do inglês Domain Name System, é uma espécie de sistema para a tradução de endereços de IP para nomes de domínios. Assim, é possível atribuir nomes a um IP numérico, pois o DNS será responsável por efetuar a interpretação das palavras que foram utilizadas e transformá-las em números, de forma que o computador as compreenda e devolva o caminho correto por meio do acesso bem sucedido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, é um recurso usado em redes TCP/IP que permite acessar computadores sem que o usuário saiba o endereço de IP ou sem que este precise ser informado para que o procedimento seja efetuado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se isto não fosse feito, seria necessário que digitássemos a seqüência de IP cada vez que quiséssemos acessar páginas da internet por exemplo, pois os computadores fazem uso dos endereços IP para executar tal tarefa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-783146709546429455?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/feeds/783146709546429455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1873419184489233691&amp;postID=783146709546429455&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/783146709546429455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/783146709546429455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2008/12/o-que-dns.html' title='O que é DNS?'/><author><name>Reginaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813461042649943835</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-7471023074252751171</id><published>2008-12-17T19:11:00.000-02:00</published><updated>2008-12-17T20:16:37.208-02:00</updated><title type='text'>Guia sobre desfragmentação de disco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Como funciona um disco rígido:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender o que é a desfragmentação de disco, é preciso antes entender como acontece o processo de gravação dos dados em seu HD.&lt;br /&gt;Ao editar um arquivo diversas vezes no computador, os dados não são necessariamente gravados em seqüência. Por exemplo: ao editar um arquivo chamado “Fotos.doc”, ele não é obrigatoriamente gravado na seqüência da memória. As alterações podem ser colocadas em qualquer lugar do disco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280870586829281858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 80px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUlr0cjEmkI/AAAAAAAAAbY/1iDWytcjc1E/s400/iiiiiii.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando um arquivo antigo é removido, o espaço por ele ocupado se torna vago e os demais arquivos mantêm suas posições, criando assim um "buraco" no disco. Posteriormente, ao ser instalado um novo programa, ele ocupará inicialmente o espaço desocupado pelo arquivo removido e caso o espaço não seja suficiente, ele gravará o tamanho excedente no espaço livre após os demais arquivos instalados.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280870965214138626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 167px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUlsKeJDUQI/AAAAAAAAAbg/vQZoqFul9HE/s400/bbb.bmp" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao fazer a busca ou solicitar a abertura de tal arquivo, o disco rígido “sai em busca” dos fragmentos deste a fim de poder uni-los e exibir corretamente os dados. Isto, é claro, exige mais trabalho do HD, o que pode tornar a abertura de alguns arquivos muito mais lenta. É aí que entra o trabalho de um desfragmentador de disco.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que é a desfragmentação de disco?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Desfragmentar um disco significa unir, da melhor maneira possível, as partes de arquivos de mesmo tipo. Por exemplo: o HD possui diversos pedaços de arquivos DOC, JPEG, EXE, etc., espalhados por todos os lados, em total desordem. Ao fazer a desfragmentação, os arquivos do tipo DOC são agrupados em uma mesma região, assim como os arquivos JPG em outra, os EXE em outra e igualmente com os demais tipos de dados contidos no computador. Isso faz com que a busca pelos arquivos seja mais rápida, pois estão todos próximos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280871578285608850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 80px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUlsuKArj5I/AAAAAAAAAbo/387w8qbCI_s/s400/ttt.bmp" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que fazer?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O motivo para realizar a desfragmentação, apesar de simples, é crucial para o desempenho do computador. Com os dados todos organizados, a cabeça de leitura, que é a responsável pela busca, leitura e escrita dos arquivos no disco, precisa se deslocar menos, e os fragmentos dos arquivos são encontrados mais rapidamente. Isso reflete diretamente no desempenho e agilidade do computador.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Utilizando o desfragmentador do windows&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1º&lt;/strong&gt; Abra o "Meu Computador".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2º&lt;/strong&gt; Clique com o botão direito do mouse em cima da unidade que está instalado seu HD (Ex: unidade C:, unidade D:, etc..), depois clique em propriedades.&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280875488324441186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 390px; CURSOR: hand; HEIGHT: 394px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUlwRwClVGI/AAAAAAAAAbw/QMeE_vsM9Mo/s400/imagemmm.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3º&lt;/strong&gt; Irá abrir a janela Propriedades do Disco local, entre na aba "Ferramentas"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280876550310071874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 329px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUlxPkPsDkI/AAAAAAAAAb4/aFChOd04-NY/s400/ffff.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4º&lt;/strong&gt; Clique em "Desfragmentar Agora", e irá abrir a seguinte janela:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280877998224479234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 293px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUlyj2JYlAI/AAAAAAAAAcA/JjQqUEDWqbI/s400/ggg.bmp" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;5º&lt;/strong&gt; Clique em "Analisar", e será feito uma analise para verificar se você precisa ou não desfragmentar a unidade. (Obs: Se você tem dois HDs ou mais, poderá escolher na etapa acima qual será desfragmentado.)&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;6º&lt;/strong&gt; Depois da análise o sistema irá informar se é necessário ou não a desfragmentação.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280880633911311250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 294px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUl09Q2F-5I/AAAAAAAAAcI/r-cDKojKKsk/s400/nnnn.bmp" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;7º&lt;/strong&gt; Caso necessário clique em "Desfragmentar", ou antes você poderá verificar em "Exibir Relatório", os arquivos mais fragmentados e outras informações da unidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obs: O processo de desfragmentação poderá ser demorado e deixar o computador mais lento&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dicas extras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para a maior parte dos usuários, fazer esta tarefa uma vez por semana é o suficiente para manter o disco organizado. Para os jogadores de plantão, é muito importante que a desfragmentação seja realizada pelo menos duas vezes por semana, pois muitos jogos acessam constantemente o HD para ler e salvar informações.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Antes de dar início à “organização” do disco, certifique-se de que não há nenhuma tarefa ou programa que irá interferir como: proteção de tela, recebimento de e-mail através de programas, etc. No caso dos antivírus é importante ressaltar que não há necessidade de desativá-lo durante a execução da desfragmentação, apenas verifique se não há nenhuma tarefa programada para os próximos minutos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para os servidores é importante ter certeza que nenhuma rotina de backup será executada juntamente com a rotina de desfragmentação, pois uma rotina interfere na outra, tornando ambas muito mais lentas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao finalizar a tarefa, usualmente os programas exibem um relatório detalhado com as estatísticas de antes e depois da desfragmentação. É muito importante ler este relatório para certificar-se que o processo foi bem-realizado e também para verificar se há arquivos que ainda estão fragmentados, o que pode indicar arquivos suspeitos que estão em uso constantes sem necessidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-7471023074252751171?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/feeds/7471023074252751171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1873419184489233691&amp;postID=7471023074252751171&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/7471023074252751171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/7471023074252751171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2008/12/guia-sobre-desfragmentao-de-disco.html' title='Guia sobre desfragmentação de disco'/><author><name>Reginaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813461042649943835</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUlr0cjEmkI/AAAAAAAAAbY/1iDWytcjc1E/s72-c/iiiiiii.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-4156762134413764938</id><published>2008-06-16T16:14:00.002-03:00</published><updated>2008-12-27T17:17:29.573-02:00</updated><title type='text'>Introdução ao Sistema RAID</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;- O que é RAID: RAID, ou melhor, Redundant Array of Independent Disks:&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nada mais é do que uma configuração a qual usará dois ou mais HD’s em conjunto para uma determinada finalidade, geralmente para fins de backup, desempenho superior ou os dois. Essa “novidade” chegou aos desktops a cerca de uns cinco anos como um recurso onboard da placa mãe, anteriormente só era possível através de placas controladoras PCI. Quase todas as placas mãe hoje em dia possuem suporte a alguns sistemas de RAID, geralmente RAID0 e RAID1. Placas mãe top de linha podem oferecer suporte a RAID3 ou RAID0+1, mas é bem incomum. O desempenho das controladoras RAID onboard ainda estão bem inferiores as placas PCI, porém para um usuário doméstico é mais do que suficiente. Lembre-se apenas que, se você pretende comprar uma placa mãe nova e RAID for algo essencial para você, recomendo optar por placas com chipset Nvidia. Felizmente ou infelizmente a Intel ainda não conseguiu colocar um controlador onboard tão eficiente quanto à do seu concorrente. Não sei se a padronização de placas mãe com controladores RAID onboard aconteceu por que a cada dia a linha que define o que é um desktop e o que é um servidor fica mais tênue ou pelo simples fato de que os fabricantes precisavam de algo para se diferenciar dos concorrentes. Seja qual foi o motivo originário, quem ganhou com isso fomos nós. Como foi inicialmente dito RAID surgiu nos servidores com a finalidade de melhorar a estabilidade e tolerância à falhas. Porém essa é apenas uma das mais de 10 configurações possíveis de um sistema em RAID, vamos falar sobre eles logo abaixo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;- Custo de RAID:&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Além de uma placa mãe com uma controladora onboard, você precisará de pelo menos 2 HD’s, isso é o mínimo para um sistema RAID. Na maioria dos casos é extremamente recomendado usar HD’s idênticos, tanto na capacidade quanto na interface (SATA). Porém existem algumas exceções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;- Tipos de RAID convencional:&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;RAID 0 – &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Striping:&lt;/span&gt; Essa é a configuração voltada para entusiastas ou aplicações que precisam de velocidade, pois o aumento no desempenho da máquina é tremendo. Nessa configuração a controladora se encarregará em dividir e distribuir os dados entre todos os HD’s configurados para RAID0. Dessa forma dois HD’s em RAID0 chegam a ter um ganho nominal de 100% sobre um HD normal, e um ganho efetivo de uns 30% (o que ainda é muito). No modo Striping como ele trata todos os HD’s desse modo como um só HD, somando a capacidade de todos os volumes e tratando como um único disco. Por exemplo: Se você possui dois discos de 250GB (meu caso), nessa configuração você verá como apenas um disco de 500GB.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212561036128140994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SFa8pSB1vsI/AAAAAAAAAK0/rY-Uo5n6JF4/s200/raid0xh9_th.jpg" border="0" /&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Desvantagem:&lt;/strong&gt; O maior problema dessa configuração é que, como todas as informações são divididas entre os volumes, se por acaso algum volume for corrompido ou for danificado, todos os dados serão perdidos e a configuração terá que ser refeita. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão:&lt;/strong&gt; É uma configuração mais voltada para desktop de entusiastas mesmo, pois para servidores existem opções mais recomendadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quantidade mínima de discos para esse sistema: 2&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;RAID 1 – Mirroring:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Conhecido como espelhamento, é um configuração voltada exclusivamente para backups. Consiste em espelhar todos os dados de um disco para o outro, mantendo uma cópia idêntica em tempo real de tudo o que acontece no disco (ou discos) principal, caso o disco principal morra, ou seja, corrompido você não perderá absolutamente nada. Para isso é recomendado que se use HD’s de mesma capacidade, caso contrário o nivelará pela capacidade do HD espelhado. E o HD de backup não pode ser menor que o HD principal. Exemplo: Se o principal for de 250GB o de backup também tem que ser de no mínimo 250GB. Caso o de backup tenha 300GB, perderá 50GB, pois simplesmente não utilizará. Se você tem dois HD’s de 250GB como principais, precisará de outros dois HD’s de no mínimo 250GB como backup. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212562067673491986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SFa9lU1aqhI/AAAAAAAAAK8/e4JUGHpeHlY/s200/raid1fa8_th.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Desvantagem:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Perda de capacidade. Como você precisará sempre de HD’s de backup, você está sacrificando a capacidade deles. Se você tiver dois HD’s de 250GB, nesse sistema você só poderá utilizar um total de 250GB, os outros 250GB são completamente destinados a backup. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão:&lt;/strong&gt; Ótimo sistema para quem possui poucos HD’s e precisa de um sistema imune à falhas, você estará sempre preparado para casualidades. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quantidade mínima de discos para esse sistema: discos principais * 2.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;RAID 2:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; É um modo que não é mais utilizado. O RAID 2 consiste em embutir códigos de correção de erros em cada cluster de dados gravado. Porém, todos os HDs atuais já vem com sistemas de correção de erros embutidos, tornando o sistema obsoleto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;RAID 3:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Esse é um sistema bem complexo que querer muito dinheiro para manter. O RAID 3 necessita de 4 HD’s (na verdade pode ser menos, a partir de 3 já dá, porém só se justifica com 4). Nele os três primeiros discos funcionam exatamente como o RAID0, todas as informações são divididas e salvas como se fosse um único disco. A diferença é que o quarto disco serve como disco de recuperação, ele vai salvando informações nos outros 3 disco de modo que, caso um dos 3 primeiros discos “morra”, você pode recuperar com o disco de recuperação. Você ganha um alto desempenho pois terá 3 discos em modo striping e ainda tem a tolerância a falha de um desses discos. Caso o disco de recuperação ou dois discos do modo striping caiam você se ferra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281530648780510834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 138px; CURSOR: hand; HEIGHT: 102px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SUvEJG7mlnI/AAAAAAAAAgE/rx22HCORib8/s400/images.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Desvantagem:&lt;/strong&gt; Custo. &lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Conclusão:&lt;/strong&gt; Ótimo sistema para desempenho e possuí tolerância à falha, voltado para grandes empresas onde dinheiro não é problema. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quantidade mínima de discos para esse sistema: discos principais +1 (mínimo 3)&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;RAID 4:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; O RAID 4 é idêntico ao RAID 3 sua única diferença é a forma de gravação dos dados. Enquanto o RAID 3 divide os dados em pequenos pedaços e grava em vários HD’s o RAID 4 salva em grandes blocos. Gravando em grandes blocos você na ganha muita velocidade nem escrevendo nem lendo os dados, porém permite que você acesse mais rapidamente uma quantidade superior de informações. Em algumas aplicações o RAID 4 se sobre-sai ao RAID 3 porém são bem raras e para fins bem específicos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212564453698875506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SFa_wNeMsHI/AAAAAAAAALM/1BPIcq1PxLY/s200/raid4ch8_th.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Desvantagem:&lt;/strong&gt; Custo e necessidade de aplicações exclusivas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão:&lt;/strong&gt; Bom sistema para determinados fins. De forma geral é inferior ao RAID 3.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quantidade mínima de discos para esse sistema: discos principais +1 (mínimo 3)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;RAID 5:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; RAID 5 baseia-se na mesma idéia do RAID 3, de usar striping e tolerância a falhas, mas o faz de forma diferente. Nessa configuração ao invés de você ter um disco único com os dados de recuperação, o sistema espalha esses dados em todos os outros HD’s. Dessa forma você não precisa ter um disco dedicado a isso, essa informação está em todos os discos. Caso um disco caía, com os outros você consegue restaurá-lo. Apenas se dois discos caiam que você terá problemas. Existe uma perda de desempenho em relação ao RAID 3 porém é uma solução mais robusta que permite maior flexibilidade. Vale também lembrar que você terá um gasto maior de espaço, pois o conteúdo de recuperação que antes era destinado a um único disco está espalhado nos outros. Então se você tem 3 discos de 20gb nesse sistema, você só contará com 40gb livres, pois 20gb será distribuído entre os discos para que seja possível recuperá-los em caso de falha. Apesar desse sistema funcionar com três HD’s, o ideal são cinco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212565218720729074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SFbAcvZnx_I/AAAAAAAAALU/UfFSfOESqnM/s200/raid5iq2_th.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Desvantagem:&lt;/strong&gt; Custo, perda de desempenho em relação ao RAID 3. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão:&lt;/strong&gt; Melhor sistema para se ganhar velocidade sem sacrificar tolerância à falhas. Ideal para empresas com um orçamento limitado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quantidade mínima de discos para esse sistema: 3 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;RAID 6:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; É a configuração mais nova e relativamente rara de ser achada, segue a mesma idéia do RAID 5 porém usa o dobro de bytes de paridade para recuperação. Dessa forma o sistema tem tolerância de falha de até dois HD’s. É, de longe, o sistema convencional de RAID mais caro, precisa de no mínimo 4 HD’s, porém só é recomendado acima de 6. Se antes com o RAID 5 você tinha o conteúdo de recuperação espalhado nos outros HD’s, aqui no RAID 6 você tem o dobro desse conteúdo. Portanto se você tem 10 HD’s de 20gb nesse sistema, só contará com 160GB livre, 40GB (dois discos) serão distribuídos entre os restantes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212566731873611010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SFbB00VYbQI/AAAAAAAAALc/eH30EJZTcMs/s200/raid6dz0_th.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Desvantagem:&lt;/strong&gt; Custo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão:&lt;/strong&gt; Ideal para aplicações de grande risco que precisam de desempenho. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quantidade mínima de discos para esse sistema: 4&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-4156762134413764938?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/feeds/4156762134413764938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1873419184489233691&amp;postID=4156762134413764938&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/4156762134413764938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/4156762134413764938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2008/06/introduo-ao-sistema-raid.html' title='Introdução ao Sistema RAID'/><author><name>Reginaldo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813461042649943835</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_3RjFY8frwj4/SFa8pSB1vsI/AAAAAAAAAK0/rY-Uo5n6JF4/s72-c/raid0xh9_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-8240095435840906956</id><published>2007-12-31T23:59:00.000-02:00</published><updated>2008-12-27T17:05:31.170-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parte 1'/><title type='text'>Tutorial sobre setup - Parte 1</title><content type='html'>&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Ajuste fino no hardware&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Deve-se sempre usar a forma fácil de programação do CMOS Setup para fazer ajustes finos visando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Resolver problemas&lt;br /&gt;Otimizar o desempenho&lt;br /&gt;Utilizar opções de funcionamento que por padrão são desativadas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para isto é preciso um conhecimento profundo dos inúmeros comandos do CMOS Setup.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;O método padrão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O método inicial recomendado para a programação do CMOS Setup consiste no seguinte:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1. Usar a auto-configuração. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2. Acertar a data e a hora&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3. Definir o drive de disquetes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4. Auto detectar o disco rígido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5. Sair e salvar&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O uso desses comandos é suficiente para que o PC funcione, e permitirá a realização das etapas seguintes da montagem: formatação do disco rígido e instalação do sistema operacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;A maior parte do trabalho é feita com o comando de auto-configuração, que pre&amp;shy;enche as respostas das dezenas de itens do Setup com valores default sugeridos pelo fabricante da placa de CPU. Outra parcela não tanto trabalhosa mas muito importante é a auto-detecção dos parâmetros do disco rígido. Não é mais preciso consultar o seu manual para saber o nú&amp;shy;mero de cabeças, setores e cilindros. O CMOS Setup faz isso automaticamente. Outros parâmetros relacionados ao disco rígido também são automaticamente preenchi&amp;shy;dos, sem que o usuário precise saber o que significa cada um. A parte que o usuário precisa fazer manualmente é muito fácil: indicar a data e a hora, indicar o tipo dos drive de disquetes instalado, e finalmente usar o comando “Salvar &amp;amp; Sair”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;O que é exatamente o CMOS Setup&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Para que serve exatamente o CMOS Setup? Antes de mais nada, este pro&amp;shy;grama deveria se chamar BIOS Setup, já que serve para definir opções de funcionamento do BIOS da placa de CPU. O principal objetivo do BIOS é realizar o controle do hardware. É responsável pelo acesso ao disco rígido, ao drive de disquetes, à impressora, e até mesmo aos chips VLSI e à memória. A placa de vídeo não é controlada por este BIOS, já que ela possui o seu próprio, chamado BIOS VGA. Fica armazenado em uma memória ROM localizada na placa SVGA que ocupa normalmente 32 kB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BIOS da placa de CPU também é responsável pelo processo de “auto-teste” realizado quando o PC é ligado, ou quando pressionamos o botão Reset. Trata-se de um conjunto de testes que visam verificar se os principais componentes do PC estão funcionando corretamente. É comum chamar esses testes de POST (Power on Self Test, ou seja, teste automático que é feito quando o PC é ligado). Também é responsável por dar início ao processo de boot, ou seja, a carga do sistema operacional na memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos ainda citar uma miscelânea de atividades que o BIOS realiza, como a proteção do PC contra ataque de alguns tipos de vírus, o gerenciamento de senhas, e ainda o gerenciamento do uso de energia, muito importante com PCs operados por bateria. Podemos então sintetizar as funções do BIOS na seguinte lista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Controle do hardware&lt;br /&gt;2.POST&lt;br /&gt;3.Dar início ao processo de boot&lt;br /&gt;4.Segurança contra vírus&lt;br /&gt;5.Proteção através de senhas&lt;br /&gt;6.Gerenciamento do uso de energia&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;O BIOS da placa de CPU é capaz de realizar todas essas funções, sendo que a mais importante é o controle do hardware. O programa conhecido como CMOS Setup serve para que o usuário defina algumas opções para a realização dessas funções. Por exemplo, entre as dezenas de opções do CMOS Setup, existe uma que está relacionada com o processo de boot:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boot Sequence&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Options: A: C: / C: A:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta opção exemplificada chama-se “Boot Sequence”, ou seja, seqüência de boot. Neste exemplo, pode ser programada de duas formas diferentes: “A: C:” ou “C: A:”. Ao ser usada a primeira opção, a primeira tentativa de boot será feita pelo drive A. Caso não exista um disquete presente no drive A, o boot será feito pela segunda opção, ou seja, pelo drive C. Se usarmos a seqüência “C: A:”, será tentado o boot diretamente pelo drive C. A vantagem é que este processo é mais rápido, já que o BIOS não precisa perder tempo veri&amp;shy;ficando se existe um disquete presente no drive A. Nesse caso, o boot pelo drive A só seria realizado como uma segunda opção, ou seja, se o disco rígido estiver defeituoso. Nos BIOS mais recentes, a seqüência de boot tem várias outras opções. Podemos escolher a ordem entre dois discos rígidos, o drive de CD-ROM, o drive de disquetes e um ZIP Drive.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O CMOS Setup depende de diversos fatores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fabricante do BIOS.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Podemos encontrar BIOS (e Setups) produzidos pela AMI (American Megatrends, Inc.), Award e Phoenix.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Chipset.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; A principal função do BIOS é realizar o controle do hardware, o que inclui os chips VLSI existentes na placa de CPU. O CMOS Setup em geral apresenta opções que definem a forma como o BIOS fará o controle desses chips. Por isso, placas de CPU diferentes possuem diferenças em seus Setups, mesmo que ambos os Setups sejam produzidos pelo mesmo fabricante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Processador.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Os processadores usados nos PCs são compatíveis entre si. Todos são de classe x86, ou seja, compatíveis com a família do 8086, incluindo seus sucessores. Existem entretanto algumas diferenças que são refletidas no CMOS Setup. Por exemplo, as primeiras versões do processador Celeron não tinham cache L2. Desta forma, o CMOS Setup não apresentava o comando para habilitar e desabilitar a cache L2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Versão do BIOS.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; O mesmo fabricante de BIOS pode criar (e normal&amp;shy;mente cria) versões novas de seu BIOS genérico. Este BIOS genérico é adaptado separadamente para diversas placas de CPU. Existem portanto certas distinções que não são devidas a diferenças no &amp;shy;processador, nos chips VLSI ou no fabricante, e sim na versão. Por exemplo, BIOS antigos estavam limitados a utilizar discos IDE com no máximo 504 MB. Nos BIOS atuais, sempre encon&amp;shy;traremos a função LBA (Logical Block Addressing), que dá acesso a discos IDE com mais de 504 MB. A maioria dos BIOS produzidos antes de 1998 não suportava discos rígidos com mais de 8 GB. Nas versões atuais, esta barreira já foi eliminada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fabricante da placa de CPU.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Os fabricantes de BIOS podem fazer adaptações e alterações requisitadas pelo fabricante da placa de CPU. Por exemplo, os grandes fabricantes em geral não deixam acesso a opções que definem a velocidade de acesso à memória. Normalmente determinam quais são os parâmetros indicados e pedem ao fabricante do BIOS que programe esses parâmetros de forma fixa, eliminando-os do CMOS Setup. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2501.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fig. 1 - Tela de um setup com apresentação gráfica (click na fig. para ampliar)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2501.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2501.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Portanto, não se impressione quando você encontrar diferenças entre os Setups de PCs diferentes. Felizmente, apesar de existirem mui&amp;shy;tas diferenças, existem muito mais semelhanças. Por isso, podemos apresentar aqui explicações genéricas que se aplicarão aos Setups da maioria dos PCs.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apenas para ilustrar as semelhanças e diferenças entre Setups de PCs diferentes, observe atentamente as figuras 1 e 2. São telas de Setup completamente diferentes. A da figura 1 tem uma apresentação gráfica e é produzida pela AMI, enquanto a da figura 2 possui uma interface baseada em texto, produzida pela Award. Note que não estamos afirmando que todos os Setups AMI têm apresentação gráfica, nem que todos os da Award têm apresentação de texto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fig. 2 - Tela de um setup com apresentação em texto (click na fig. para ampliar)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2502.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2502.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2502.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;O Windows e o BIOS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nos tempos do velho MS-DOS e do Windows 3.x (assim como em todas as versões anteriores ao Windows 95), a maior parte ou todo o controle do hardware era feito pelo BIOS. Atualmente a maioria das funções de controle do hardware que antes eram realizadas pelo BIOS são realizadas por drivers do Windows. O Windows controla o vídeo, o teclado, a impressora, o disco rígido, o drive de CD-ROM e todo o restante do hardware. Entretanto isto não reduz a necessidade nem a importância do BIOS. Muitas das funções de controle realizadas pelo Windows são feitas com a ajuda do BIOS, ou então a partir de informações do CMOS Setup. Além disso o BIOS precisa continuar sendo capaz de controlar o hardware por conta própria, para o caso de ser utilizado um sistema operacional que não controle o hardware por si mesmo. O BIOS também precisa ser capaz de realizar todo o controle do hardware antes do carregamento do Windows na memória. Por questões de compatibilidade, o BIOS sempre será capaz de controlar sozinho a maior parte do hardware, mesmo que o Windows seja capaz de fazer o mesmo e dispensar os serviços do BIOS.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;O funcionamento do CMOS Setup&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando fazemos o “Setup” de um software, uma das diversas ações exe&amp;shy;cutadas é a geração de um arquivo (ou de entradas no Registro do Windows) que contém informações sobre as opções de funciona&amp;shy;mento do software em questão. No caso do CMOS Setup, essas opções de funcionamento são armazenadas em um chip especial chamado CMOS, daí vem o nome “CMOS Setup”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“CMOS” é a abreviatura de “Complementary Metal Oxide Semiconductor”. O significado deste nome está relacionado com os materiais empregados na implementação de circuitos integrados (Metal, Óxidos e Silício, que é o semicondutor usado). O termo “Complementar” é usado pois cada célula lógica emprega dois transistores “complementares”, ou seja, enquanto um deles conduz corrente, o outro está cortado (não conduz), e vice-versa. Os dois estados que esses transistores assumem representam os bits “0” e “1”. Milhares dessas células são depositadas em uma minúscula pasti&amp;shy;lha medindo cerca de 1 até 3 cm de lado (em muitos chips, esta medida é ainda menor). Uma das principais características dos chips baseados na tecnolo&amp;shy;gia CMOS é seu baixo consumo de corrente. Muitos circuitos existentes na placa de CPU utilizam a tecnologia CMOS, entre eles, o chip usado para arma&amp;shy;zenar os dados que definem as opções de funcionamento do BIOS. Com o passar do tempo, este chip passou a ser conhecido como CMOS (mas tenha em mente que este não é o único chip que usa a tecnologia CMOS), e a operação de definir as opções de funcionamento do BIOS passou a ser conhecida como “CMOS Setup”, ou simplesmente “Setup”. Em certas placas de CPU, o CMOS é um chip independente, em outros casos, o CMOS está incorporado dentro de um dos chips VLSI da placa de CPU.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na mesma memória ROM onde está armazenado o BIOS da placa de CPU, existe o programa usado para preencher os dados do CMOS, ou seja, para “fazer o Setup”. A execução deste programa normalmente é ati&amp;shy;vada através do pressiona&amp;shy;mento de uma tecla específica (em geral DEL) durante a contagem de memória que é realizada quando ligamos o PC, ou então quando pressionamos a tecla Reset. Também podemos ativar o Setup usando a tecla DEL, logo depois que co&amp;shy;mandamos um boot pelo te&amp;shy;clado, usando a seqüência CONTROL-ALT-DEL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O programa Setup obtém os dados existentes no CMOS e os coloca na tela para que façamos as alterações desejadas, usando o teclado ou o mouse. Depois que terminamos, usamos um comando para armazenar es&amp;shy;sas alterações no CMOS. Normalmente este comando chama-se “Save and Exit” (Salvar a Sair), ou algo simi&amp;shy;lar, como “Write to CMOS and Exit” (Gravar no CMOS e Sair).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-8240095435840906956?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/8240095435840906956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/8240095435840906956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2007/10/tutorial-sobre-setup-parte-1.html' title='Tutorial sobre setup - Parte 1'/><author><name>Download</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13946821148751668249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-5359024573551969947</id><published>2007-12-31T21:54:00.000-02:00</published><updated>2008-08-23T23:51:51.879-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parte 2'/><title type='text'>Tutorial sobre setup - parte 2</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;&lt;strong&gt;O menu principal do CMOS Setup&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Podemos encontrar Setups com telas gráficas ou com telas de texto, como vimos nas figuras 1 e 2. Não importa qual seja o aspecto do Setup do seu PC, você sem&amp;shy;pre encon&amp;shy;trará no manual da sua placa de CPU, informações sobre o seu funcionamento. Mesmo que você tenha perdido o manual da sua placa de CPU, é possível que você possa, através da Internet, obter uma cópia do manual do seu Setup. Você precisa fazer o seguinte:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Identifique qual é o fabricante do seu BIOS. Você poderá encontrar BIOS da AMI, Phoenix e Award.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Identifique a versão do seu BIOS. Normalmente esta informação é apresen&amp;shy;tada na tela que é exibida logo que o PC é ligado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Uma vez sabendo o fabricante do seu BIOS e a sua versão, você pode tentar acessá-lo pela Internet. Aqui estão alguns endereços que poderão ajudar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMI &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ami.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.ami.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Award &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.award.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.award.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Phoenix &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ptltd.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.ptltd.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não espere encontrar explicações muito mais detalhadas que as existentes no ma&amp;shy;nual da sua placa de CPU. Em geral, será possível encontrar muitas explicações sobre, por exemplo, o uso de senhas e outros itens mais sim&amp;shy;ples, mas os itens mais complicados, como “RAS to CAS Delay” terão ex&amp;shy;plicações quase tão resumidas quanto as que existem no manual da placa de CPU.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também é possível obter na Internet, uma cópia do manual da sua placa de CPU, no qual está explicado o CMOS Setup.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não importa qual seja o fabricante e a versão do seu Setup, normalmente você encontrará certos comandos ou menus padronizados na sua tela principal. Vejamos a seguir quais são esses comandos:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Standard CMOS Setup&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aqui existem itens muito simples, como a definição do drive de disque&amp;shy;tes, os pa&amp;shy;râmetros do disco rígido e o acerto do relógio permanente exis&amp;shy;tente no CMOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Advanced CMOS Setup &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta parte do Setup possui uma miscelânea de itens um pouco mais com&amp;shy;plicados, mas em geral fáceis. Por exemplo, temos aqui a seqüência de boot (A: C: ou C: A:), a definição da taxa de repetição do teclado, a Shadow RAM e diversos outros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Advanced Chipset Setup&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nesta seção encontramos controles para diversas funções dos chips VLSI existentes na placa de CPU. Muitos dos itens encontrados aqui estão rela&amp;shy;cionado com a tem&amp;shy;porização do acesso das memórias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Peripheral Configuration&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Através deste menu podemos atuar em várias opções relativas às interfaces existen&amp;shy;tes na placa de CPU. Podemos por exemplo habilitar ou desabilitar qualquer uma delas, alterar seus ende&amp;shy;reços, e até mesmo definir certas características de funcio&amp;shy;namento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;PnP Configuration&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nesta seção existem al&amp;shy;guns comandos que permitem atuar no modo de funcionamento dos dispositivos Plug and Play. Podemos, por exemplo, indicar quais interrupções de hardware es&amp;shy;tão sendo usadas por placas que não são PnP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Power Management&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este menu possui comandos relacionados com o gerenciamento de ener&amp;shy;gia. Todas as placas de CPU modernas possuem suporte para esta função. O gerenciamento de energia consiste em monitorar todos os eventos de hardware, e após detectar um determi&amp;shy;nado período sem a ocorrência de nenhum evento, usar comandos para diminuir o consumo de energia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Security&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em geral esta parte do Setup é muito simples. Consiste na definição de senhas que podem bloquear o uso do PC ou do Setup (ou ambos) por pessoas não autorizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;IDE Setup&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No IDE Setup existem comandos que permitem detectar automaticamente os pa&amp;shy;râmetros dos discos rígidos instalados, bem como ativar certas carac&amp;shy;terísticas do seu funcionamento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Anti Virus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aqui temos a opção para monitorar as gravações no setor de boot do disco, uma área que é atacada pela maior parte dos vírus. Desta forma, o usuário pode ser avisado quando algum vírus tentar realizar uma gravação no setor de boot.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;CPU PnP&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na verdade este nome não é muito adequado. Dispositivos Plug and Play devem ser jumperless (ou seja, não usam jumpers para serem configurados), mas nem tudo o que é jumperless pode ser chamado de Plug and Play. Este menu dá acessos a comandos que definem o clock interno e o clock externo do processador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Load Defaults&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em geral o fabricante da placa de CPU apresenta dois conjuntos de valo&amp;shy;res para o preenchimento automático de praticamente todos os itens do Setup. Um desses conjuntos, chamado às vezes de “Default ótimo”, é o que resulta no maior desem&amp;shy;penho possível, sem comprometer a confiabili&amp;shy;dade do PC. O outro con&amp;shy;junto de valores é o “Default à prova de falhas”, que faz o PC operar em baixa velocidade. Deve ser usado quando o PC apresenta falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Best defaults&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Em alguns setups existe o comando Best Defaults, que faz com que todos os parâ&amp;shy;metros sejam programados com as opções que resultam no maior desempenho, mas sem se preocupar com a confiabilidade e a estabilidade do funcionamento do PC. Em geral este recurso funciona apenas quando são instaladas memó&amp;shy;rias bastante rápidas. A opção Optimal Defaults é uma escolha mais sensata, pois resulta em desempenho alto, sem colocar em risco o bom funcionamento do PC.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Power Up Control&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este menu possui vários comandos relacionados com operações de ligamento e desligamento do PC. Por exemplo, podemos programá-lo para ser ligado automaticamente em um determinado horário, ou então quando ocorrer uma chamada pelo modem, ou quando chegarem dados através de uma rede local. Podemos escolher o que fazer quando ocorre um retorno no fornecimento de energia elétrica após uma queda, se o PC é ligado automaticamente ou se o usuário precisa pressionar o botão Power On.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exit&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ao sair do programa Setup, temos sempre as opções de gravar as altera&amp;shy;ções no CMOS antes de sair, ou então ignorar as alterações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para facilitar nosso estudo, dividimos o assunto em várias partes, como Standard CMOS Setup, Advanced CMOS Setup, etc. Até neste ponto po&amp;shy;demos encontrar diferenças entre os Setups de diversos PCs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determinados itens podem ser encontrados em um grupo de um PC, e em outro grupo de outros PCs. Por exemplo, o item Display Type, explicado adiante, poderá ser encontrado em al&amp;shy;guns casos no Standard CMOS Setup, e em outros casos no Advanced CMOS Se&amp;shy;tup.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos itens do CMOS Setup podem ser programados com duas opções: Enabled (Habilitado) ou Disabled (Desabilitado). Existem entre&amp;shy;tanto itens que pos&amp;shy;suem opções diferentes, e até mesmo opções numéri&amp;shy;cas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-5359024573551969947?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/5359024573551969947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/5359024573551969947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2007/10/o-menu-principal-do-cmos-setup-podemos.html' title='Tutorial sobre setup - parte 2'/><author><name>Download</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13946821148751668249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-6823926982421519787</id><published>2007-12-30T13:06:00.000-02:00</published><updated>2008-08-23T23:52:35.839-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parte 3'/><title type='text'>Tutorial sobre setup - parte 3</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Standard CMOS Setup&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta parte do Setup é praticamente a mesma na maioria dos PCs. Possui comandos para definir os seguintes itens:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Data e Hora &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tipo do drive de disquete&lt;br /&gt;Parâmetros dos discos rígidos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em alguns casos, o Standard CMOS Setup possui alguns comandos adici&amp;shy;onais, como:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tipo de placa de vídeo&lt;br /&gt;Habilitação do teste do teclado&lt;br /&gt;Daylight Saving (horário de verão)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A figura 3 mostra um exemplo de Standard CMOS Setup. Podemos observar que existem comandos para acertar o relógio (Date/Time), para definir os drives de disquetes A e B, para definir os parâmetros dos discos rígidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fig. 3 Exemplo de Standard CMOS Setup. (cilck na fig para ampliar)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2503.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2503.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2504.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Date / Time&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O primeiro comando que normalmente usamos é o acerto do relógio. Devemos usar as setas para selecionar o item a ser alterado, e a seguir, usar as teclas Page Up e Page Down para alterá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Floppy drive A/B ou Legacy Diskette A/B&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Através deste comando, definimos o tipo dos drives A e B, ou seja, os drives de disquetes. Existem as seguintes opções:&lt;br /&gt;None (não instalado)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;360 kB (5¼” DD)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;720 kB (3½” DD)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1.2 MB (5¼” HD)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1.44 MB (3½” HD)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2.88 MB (3½” ED)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em um típico PC com apenas um drive de 1.44 MB ins&amp;shy;talado, devemos decla&amp;shy;rar A=1.44 MB e B=Not Installed. Setups mais recentes já chamam este item de “Legacy Diskette A/B”. O termo legacy significa legado, uma coisa antiga.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Floppy 3 mode support&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Provavelmente você não irá utilizar este recurso. Faz com que o drive de disquetes opere de modo compatível ao dos PCs japoneses, com capacidade de 1.2 MB, ao invés de 1.44 MB.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hard Disk&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Usado para o preenchimento dos parâmetros chama&amp;shy;dos de “Geometria Lógica” dos discos rígidos. Esses parâmetros são: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Cyln - Número de cilindros&lt;br /&gt;Head - Número de cabeças&lt;br /&gt;Sect - Número de setores&lt;br /&gt;WPcom - Cilindro de pré-compensação de gravação&lt;br /&gt;LZone - Zona de estacionamento das cabeças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esses parâmetros podem ser obtidos no manual do disco rígido, ou pode&amp;shy;mos en&amp;shy;contrá-los impressos na sua parte externa, ou ainda podem ser pre&amp;shy;enchidos auto&amp;shy;maticamente, através de um outro comando do Setup que normalmente é cha&amp;shy;mado de Auto Detect Hard Disk&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fig. 4 Definindo os parâmetros do disco rígido. (click na fig. para ampliar)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2504.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2504.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No Setup da figura 3, selecionamos o disco e teclamos ENTER. Será apresentada a tela da figura 4. Podemos usar o comando IDE HDD Auto Detection, que fará com que os parâmetros sejam automaticamente preenchidos. Podemos deixar o item IDE Primary Master programado como Auto. Isto fará com que o HD tenha seus parâmetros detectados sempre que o PC for ligado. Se usarmos a opção USER poderemos preencher o número de cilindros, cabeças, setores, etc.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O item Hard Disk não aparece necessariamente com este nome. Existem itens indepen&amp;shy;dentes para cada um dos discos rígidos possíveis. Na maioria das placas de CPU, o CMOS Setup possui itens independentes para 4 discos rígidos, sendo que dois são conectados na interface IDE primária, e dois na secundária. É comum encontrar esses itens com os nomes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Primary Master&lt;br /&gt;Primary Slave&lt;br /&gt;Secondary Master&lt;br /&gt;Secondary Slave&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para cada um dos discos instalados, temos que definir seus parâmetros. O disco Master ligado na interface IDE primária será reconhecido como sendo o drive C. O segundo disco (slave) da interface primária, caso exista, será reconhecido como sendo o drive D. Discos rígidos IDE podem ser ligados de diversas formas diferen&amp;shy;tes, mas certas combinações não são permiti&amp;shy;das. Por exemplo, não podemos insta&amp;shy;lar um único disco em uma interface, configurado como Slave. A tabela abaixo mostra as formas válidas de ins&amp;shy;talar discos IDE, bem como os nomes que recebem do sistema operacio&amp;shy;nal:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;pre&gt;PrimaryMaster PrimarySlave SecondaryMaster SecondarySlave&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;pre&gt;&lt;br /&gt;C                   -               -               -&lt;br /&gt;-                   -               C               -&lt;br /&gt;C                   D               -               -&lt;br /&gt;C                   -               D               -&lt;br /&gt;C                   D               E               -&lt;br /&gt;C                   -               D               E&lt;br /&gt;C                   D               E               F&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Há muitos anos atrás (anos 80) a definição dos parâmetros disco rígido era feita através da especifi&amp;shy;cação de um único número (Hard Disk Type). Cada número resul&amp;shy;tava em valores predefinindos para todos os parâmetros do disco rígido. Isto foi feito desta forma no Setup do IBM PC AT, pois na época do seu lançamento, eram pouquíssimos os modelos de disco rígido existentes no mercado. Já que eram poucos, uma tabela foi implantada no BIOS, e bastava indicar qual o tipo do disco (no início, variava entre o tipo 1 e o tipo 11), e automaticamente estariam definidos os seus parâme&amp;shy;tros. Nos manuais dos discos rígidos da época, existiam instruções como “Defina este disco no Setup como Tipo 2...”. Com o passar do tempo, no&amp;shy;vos discos foram lançados e acrescentados na tabela de discos rígidos do BIOS. Chegou-se a um ponto em que os fabricantes de BIOS passaram a usar itens independentes para preencher os parâmetros, ao invés de usar parâmetros fixos. Em muitos Setups, os tipos de 1 a 46 são fixos, e o tipo 47, também chamado de “User Type”, é o único que permite o preenchi&amp;shy;mento individual dos parâmetros: Cyln, Head, Sect, WPcom e Lzone.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em todos os Setups mais recentes, não existem os tipos de 1 a 46, já que são considerados obsoletos. Ao invés disso, possuem as opções User (permitem o pre&amp;shy;enchimento manual desses parâmetros pelo usuário) e Auto (faz o preenchimento automático dos parâmetros).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Discos SCSI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As placas controladoras SCSI possuem o seu próprio BIOS. O BIOS da placa de CPU, por sua vez, está preparado para controlar apenas discos IDE, através das suas interfaces. Discos SCSI não devem ser declarados no CMOS Setup, ou seja, devem ser indicados como “Not Installed”. Muitos Setups possuem, entre os tipos de discos rígidos, (1 a 47), um tipo adicional, que é o SCSI, que tem o mesmo efeito que indicar a op&amp;shy;ção “Not Installed”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CD-ROM&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Devemos usar esta opção quando conectamos um drive de CD-ROM em uma con&amp;shy;troladora IDE da placa de CPU. Caso esta opção não esteja pre&amp;shy;sente, devemos usar a opção “Not Installed”. Mesmo assim o o sistema operacional pode usá-lo sem problemas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Daylight Saving&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Alguns Setups possuem esta opção, que nada mais é que o acerto auto&amp;shy;mático do horário de verão. Este acerto é feito automaticamente pelo BIOS no início e no final do verão. Como no Brasil o horário de verão não res&amp;shy;peita essas datas, deve&amp;shy;mos deixar esta opção desabilitada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vídeo / Display Type&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Alguns Setups possuem um campo para a indicação do tipo de placa de vídeo. As opções são CGA, MDA e VGA. Nos PCs atuais usamos a opção VGA, que pode aparecer com outros nomes, como SVGA, EGA, MCGA, ou PGA. Todas elas são equivalentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Keyboard&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item possui duas opções: Installed e Not Installed. Usar a opção Not Installed, não significa que o teclado será ignorado, e sim, que não será testado durante o boot. Em certos casos, depen&amp;shy;dendo do teclado e da fonte de alimentação, é possível que o BIOS realize um teste de presença do teclado muito cedo, antes que o microprocessador existente dentro do teclado esteja pronto para receber comandos. O resultado é uma men&amp;shy;sagem de erro na tela (Keyboard Error). Para solucionar este problema, basta mar&amp;shy;car este item com a opção Not Installed. Desta forma, o BIOS não testará o teclado após as operações de Reset, eliminando assim a mensagem de erro. O uso do te&amp;shy;clado será intei&amp;shy;ramente normal.&lt;br /&gt;Também é comum usar este comando em PCs que operam como servi&amp;shy;dores de arquivos. Por questões de segurança, esses PCs ficam a maior parte do tempo com o seu teclado trancado. Apenas o administrador da rede des&amp;shy;tranca o teclado quando é necessário usar o ser&amp;shy;vidor. Quando o teclado está tran&amp;shy;cado (ou ausente), é também apresen&amp;shy;tada a mensagem “Keyboard Error” nas ope&amp;shy;rações de boot. Para eliminar o problema, basta usar a opção “Keyboard Not Installed” no CMOS Setup.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2504.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-6823926982421519787?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/6823926982421519787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/6823926982421519787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2007/10/standard-cmos-setup-esta-parte-do-setup.html' title='Tutorial sobre setup - parte 3'/><author><name>Download</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13946821148751668249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-4650238609329643429</id><published>2007-12-29T14:33:00.000-02:00</published><updated>2008-08-24T00:05:17.094-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parte 4'/><title type='text'>Tutorial sobre setup - Parte 4</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;Advanced CMOS Setup&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os itens apresentados nesta parte do Setup são mais ou menos comuns em todos os PCs, seno independentes do processador e do chipset.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Full screen logo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nem sempre este comando está localizado no Advanced CMOS Setup. Pode ficar no Boot menu, encontrado em placas de CPU mais recentes. Ele serve para habilitar ou desabilitar a exibição de um logotipo de tela cheia que é apresentado durante o boot. Em muitas placas de CPU este logotipo pode ser configurado para uso de um arquivo gráfico escolhido pelo usuário ou pelo fabricante do PC. Neste caso, o CD-ROM que acompanha a placa de CPU possui o utilitário que faz esta programação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Typematic Rate Programming&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Serve para habilitar ou de&amp;shy;sabilitar a programação inicial que o BIOS faz sobre a taxa de repetição do teclado. Podemos então programar dois parâmetros: o Typematic Delay e o Typematic Rate, descri&amp;shy;tos a seguir. É totalmente desnecessário utilizar este comando, pois tanto no MS-DOS como no Windows existem comandos para realizar esta programação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Typematic Delay&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Serve para indicar quanto tempo uma tecla deve ser mantida pressionada para que sejam iniciadas as repetições. Os valores disponíveis são 0,25 segundo, 0,50 se&amp;shy;gundo, 0,75 segundo e 1 segundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Typematic Rate Characters per Second&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aqui podemos regular a taxa de repetição, desde um valor mais lento (6 caracteres por segundo) até um valor mais rápido (32 caracteres por se&amp;shy;gundo).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hit Del Message Display&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em geral, durante a contagem de memória, é exibida na tela uma mensa&amp;shy;gem indi&amp;shy;cando qual é a tecla que deve ser pressionada para ativar o CMOS Setup. Pode aparecer como “ Hit DEL to run Setup”, “Press F1 to run Setup” ou algo similar. Com este item, podemos desabilitar a exibição desta mensagem, com o objetivo de afastar curiosos. Mesmo que a mensagem não seja exibida, o PC continuará aceitando o pressionamento da tecla que ativa o CMOS Setup.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Above 1 MB Memory Test&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Durante as operações de boot, o BIOS realiza uma contagem de memória. À me&amp;shy;dida que esta contagem é feita, o BIOS faz também um rápido teste na memória. Apesar deste teste não ser capaz de detectar todos os tipos de defeitos, seu uso é muito recomendável. Para usá-lo, de&amp;shy;vemos deixar este item na opção Enabled. É recomendável deixar este item habilitado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Turbo Switch Function&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Encontrado em Setups de placas de CPU antigas. Com este item, podemos indicar se a placa de CPU irá ou não obedecer ao botão de Turbo existente no painel frontal do gabinete. Em uso normal, esta opção fica habilitada, e o botão de Turbo fica permanentemente pres&amp;shy;sionado. Lembre-se que a maioria das placas de CPU modernas não possuem conexão para Turbo, por&amp;shy;tanto seus Setups não possuem este item.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Virus Warning&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Veja o item “Security”, explicado mais adiante. Na maioria dos PCs, este comando ocupa um menu próprio no Setup, mas também pode estar dentro do Advanced CMOS Setup.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Password Check&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Habilita um pedido de senha para ter acesso ao PC. Em geral, são apresenta&amp;shy;das as opções “Setup” e “Always”. Ao escolher a opção “Setup”, só será permitido ter acesso ao programa Setup mediante o fornecimento da se&amp;shy;nha. Entretanto, para executar o boot e fazer uso normal do PC, não será preciso fornecer senha alguma. Por outro lado, se este item for programado com a opção “Always”, será preciso fornecer a senha, tanto para executar o Setup, como para realizar o boot e fazer uso normal do PC. Antes de utilizar este item, devemos realizar um cadas&amp;shy;tra&amp;shy;mento de senha, o que é feito através do menu “Security” ou “Password”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Internal Cache (ou Level 1 cache)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Serve para habilitar e desabilitar o funcionamento da cache L1 do processador. Deixamos esta memória cache habilitada, exceto nos casos em que queremos que o PC diminua drasticamente sua veloci&amp;shy;dade, e quando rea&amp;shy;lizamos um check-up na memória DRAM.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;External Cache (ou Level 2 cache)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Habilita e desabilita a cache L2. Normalmente deixamos este item habilitado, a menos que seja nossa intenção di&amp;shy;minuir drasticamente a velocidade do PC, ou fazer um check-up na memória DRAM.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boot Sequence&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O PCs executam o boot preferencialmente pelo drive A, e caso não seja possível, o boot é feito pelo drive C. A maioria dos Setups possui este item, no qual encontramos as opções “A: C:” e “C: A:”. É vanta&amp;shy;joso usar a opção “C: A:”, o que faz com que o boot seja mais rápido, já que não será perdido tempo checando a existência de um disquete no drive A. Esta checa&amp;shy;gem demora alguns segundos, pois para que seja feita, é preciso ligar o motor do drive. Se for preciso executar um boot pelo drive A, devemos alterar este item para “A: C:”. As placas de CPU modernas têm também podem executar um boot através de um CD-ROM. Este CD-ROM precisa estar conectado em uma das interfaces IDE existentes na placa de CPU, pois o BIOS não dá suporte direto a interfaces IDE existentes nas placas de som. Quando o BIOS pode executar o boot por um CD-ROM, este faz parte das opções de se&amp;shy;qüências de boot. É comum nas placas de CPU modernas, a existência de outras opções de boot, como LS-120, ZIP Drive, um segundo disco rígido, discos SCSI e outros tipos de discos removíveis.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Try other boot devices &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A se&amp;shy;qüência de boot pode ser programada de diversas formas, alternando drives de disquete, discos rígidos IDE, discos rígidos SCSI e até discos removíveis. O boot só é tentado com todos os dispositivos da seqüência quando este item é programado com a opção YES.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S.M.A.R.T. for hard disks&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os discos rígidos modernos possuem um recurso chamado S.M.A.R.T. (Self-Monitoring Analysis Reliability Technology). Os discos mantêm internamente, relatórios sobre erros ocorridos em todas as suas operações. Por exemplo, quando ocorre um erro de leitura, todos os discos tentam ler novamente, fazendo um certo número de tentativas (retries). Quando em uma dessas tentativas, a operação é rea&amp;shy;lizada com sucesso, dizemos que ocorreu um soft error. Isto pode ser um indício de que o disco está com tendência a apresentar problemas. Quando depois das tenta&amp;shy;tivas o erro persiste, dizemos que ocorreu um hard error. Todos os tipos de erros são registrados pelo microprocessador existente no disco rígido, bastando que para isso, seja ativada a opção S.M.A.R.T. for hard disks no CMOS Setup. Isto entre&amp;shy;tanto não é suficiente para usar a tecnologia SMART. É preciso utilizar um software de gerenciamento (muitas vezes é fornecido junto com a placa de CPU), capaz de obter do disco rígido, o seu relatório de erros. Quando o relatório apresenta erros, e quando esses erros aumentam com o passar do tempo, podemos considerar como um indício de que o disco rígido tende a apresentar problemas mais sérios em um futuro próximo. A idéia é providenciar um disco rígido novo, mas uma solução provisória pode ser aumentar a freqüência dos backups.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PS/2 mouse support&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em um dos chips VLSI existentes nas placas e CPU modernas, existe uma interface própria para a conexão de um mouse padrão PS/2. Ligar o mouse nesta interface pode ser vantajoso, já que deixa a COM1 e a COM2 livres para outros dispositivos seriais. Basta então deixar este item na opção Enabled. Por outro lado, se o mouse padrão PS/2 não for utilizado, é melhor deixar este item na opção Disabled. Desta forma, estaremos deixando livre a interrupção 12 (IRQ12), que poderá ser posteri&amp;shy;ormente utilizada na instalação de novas placas de expansão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIOS Update&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nas placas de CPU atuais, é possível fazer a reprogramação da Flash ROM que armazena o BIOS. Por questões de segurança, algumas placas de CPU possuem um jumper que habilita as operações de gravação na Flash ROM. Em outras pla&amp;shy;cas, esta habilitação não é feita por um jumper, e sim, pelo CMOS Setup. Em ope&amp;shy;ração normal, e por questão de segurança, devemos deixar este item desabilitado. Apenas se quisermos fazer um upgrade de BIOS habilitamos este item.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Floppy Disk Access Control&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item permite habilitar ou desabilitar as operações de gravação em disquetes. Em um PC normal, os drives de disquetes devem ficar habilitados tanto para leitura como para gravação. Em certos PCs nos quais as normas de segurança visam evitar que dados armazenados no disco rígido sejam copiados através de disquetes, po&amp;shy;demos programar o controle de acesso para que faça apenas leituras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primary Master ARMD Emulated as&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ARMD significa ATAPI Removable Media Device, ou seja, um dispositivo de mí&amp;shy;dia removível, padrão ATAPI, como o LS-120 e o ZIP Drive IDE. Trata-se de um padrão que permite substituir os velhos drives de disquetes, por drives de discos removíveis de maior capacidade. Permite inclusive que o disco seja reconhecido pelo sistema como se fosse um drive A ou B, apesar de ser de alta capacidade. É possível ler, gravar, formatar, realizar boot, e outras operações comuns aos disque&amp;shy;tes. Por outro lado, discos ARMD também podem ser reconhecidos pelo sistema como se fossem discos rígidos removíveis. Este item do CMOS Setup indica como um disco removível ARMD será visto pelo sistema. As opções são Floppy e Hard Disk. Se você possui drive de disquete comum, deixe o disco removível ser emu&amp;shy;lado como um disco rígido. Se você optar por não instalar drives de disquetes co&amp;shy;muns, deixe este item programado como Floppy, a menos que o fabricante do disco especifique o contrário.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;HDD Sequence SCSI/IDE First&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando um PC tem discos SCSI e IDE, o boot é realizado pelo primeiro disco IDE (Primary Master). Não é possível desta forma realizar um boot pelo disco rígido SCSI. Apenas quando não existem discos IDE instalados, o boot é feito pelo disco rígido SCSI. Os BIOS mais recentes permitem alterar esta ordem, fa&amp;shy;zendo com que o boot possa ser realizado por um disco SCSI, mesmo que existam discos IDE presentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Initial Display Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Diz respeito ao que é exibido na tela logo que o PC é ligado. Pode ser programado com duas opções: BIOS e Silent. Se usarmos BIOS, a tela será normal, com contagem de memória, mensagens de configuração, etc. Com a opção Silent, a tela permanecerá inativa até que seja dado início à carga do sistema operacional.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quick Power on Self Test&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O boot dos PCs atuais é relativamente demorado. Vários testes são feitos nos com&amp;shy;ponentes da placa de CPU, incluindo uma contagem de memória, testes no &amp;shy;processador, no chipset, nas interfaces, etc. Esse conjunto de testes é chamado de POST (Power On Self Test). Desabilitando parcialmente esses testes tornará o boot mais rápido, mas eventuais defeitos não serão detectados durante o POST. Para maior segurança, é melhor deixar esta opção desabilitada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quick Boot&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tem quase a mesma função que o Quick Power On Self Test. Ao ser habilitado, faz com que não seja feito o teste de memória, e o boot é executado pelo drive C, mesmo que exista um disquete no drive A.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Floppy drive Seek at boot&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Durante o processo de boot, o BIOS comanda a execução de um comando sobre os drives de disquetes chamado recalibrate ou seek track 0. Con&amp;shy;siste em mover as suas cabeças até a última trilha, e a seguir movê-las novamente até a trilha zero. Desta forma, a interface de drives poderá “saber” a trilha sobre a qual as cabeças estão posicionadas. Esta operação é vista como uma precaução, pois em certos casos, ocorrem erros de acesso aos drives caso esta providência não seja tomada. Você pode desabilitar este comando, o que fará com que o boot seja um pouco mais rápido, pois não será perdido tempo com o recalibrate. Deixe habilitado apenas se tiver erros quando for executado o primeiro acesso ao drive de disquetes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boot Up Numeric Lock Status&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Muitos Setups pos&amp;shy;suem o refinamento de permitir ao usuário escolher se o Keypad (teclado numérico) começa operando com os números (Numeric Lock On) ou com as funções (Numeric Lock Off).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gate A20&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item possui opções como Normal e Fast. A opção Normal sempre funciona. A opção Fast faz com que o acesso à memória HMA (os primeiros 64 kB da memória estendida) seja um pouco mais rápido, mas nem sempre funciona. Tente usar no modo Fast, mas se ocorrerem problemas como erros na memória e travamentos no PC, reprograme este item com a opção Normal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;USB Function&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este comando habilita o funcionamento da interface USB (Universal Serial Bus), existente na maioria das placas de CPU atuais. Se você não utiliza dispositivos USB, pode deixar este item desabilitado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;USB Keyboard/mouse support &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Faz com que um teclado ou mouse USB funcionem mesmo antes do carregamento do sistema operacional. O controle seria feito pelo próprio BIOS, e nesse caso o teclado e o mouse USB podem ser usados mesmo no modo MS-DOS e em outras etapas pre-boot.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Video BIOS Shadow&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este comando faz com que o conteúdo do BIOS da placa SVGA seja copi&amp;shy;ado para uma área de memória DRAM. O processador desativa o BIOS da placa SVGA e passa a usar a sua cópia na memória DRAM. Esta cópia é feita a cada operação de boot. A vantagem em fazer esta cópia é que a DRAM é muito mais veloz que a ROM. Habilitar este item faz com que jogos de ação em modo MS-DOS (Quake, Duke Nukem 3D, DOOM, Wing Commander 3, etc) tenham gráficos mais rápidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;System BIOS Shadow&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Faz com que o conteúdo do BIOS da placa de CPU seja copiado para uma área de memória DRAM. Uma vez feita a cópia, o BIOS verdadeiro é de&amp;shy;sativado, e passa a ser usada a sua cópia em DRAM. A vantagem em usar este recurso é a maior ve&amp;shy;locidade no processamento das funções do BIOS. Note que este item é muito importante para o desempenho do disco rígido no modo MS-DOS e no Windows 3.x. Nas demais versões do Windows, o acesso a disco não é feito pelo BIOS, e sim, por drivers que ficam na memória RAM. Mesmo que você não use programas no modo MS-DOS nem o Windows 3.x, deixe a shadow RAM habilitada, pois se não ajuda, também não atrapalha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adapter BIOS Shadow&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este comando é similar ao Video BIOS Shadow e ao System BIOS Shadow, expli&amp;shy;cados anteriormente. A diferença é que atua sobre outras áreas de memória, locali&amp;shy;zadas entre os endereços 800 k (Segmento de memória C800) e 960 k (Segmento de memória F000). Deve ser usado apenas quando instalamos alguma placa de expansão que possui um BIOS pró&amp;shy;prio, como por exemplo, uma placa controla&amp;shy;dora SCSI. Como são raras as placas que utilizam ROMs, devemos deixar esta opção desabili&amp;shy;tada.&lt;br /&gt;Ao instalarmos uma placa que possui uma memória ROM, podemos usar, por exemplo, o programa MSD (Microsoft Diagnostics) para visualizar o mapa de me&amp;shy;mória e saber quais são os endereços ocupados por ROMs. Este programa faz parte do Windows 3.1 e do MS-DOS 6.x. No Windows 9x, é encontrado no CD-ROM de instalação. O MSD apresenta um relatório que indica os endere&amp;shy;ços de memória onde existem ROMs, e desta forma, podemos habilitar os itens “Adaptor Shadow” para estes endereços.&lt;br /&gt;A figura 5 mostra o aspecto dos itens que fazem a ativação de Shadow RAM. Normalmente encontramos itens individuais para ativação da Shadow RAM para o BIOS da placa SVGA, para o BIOS da placa de CPU e para diversas áreas da memória superior, na qual residem as ROMs de placas de expansão. Esta ativação é em geral feita por faixas. Como ve&amp;shy;mos na figura, existem diversas faixas de 16 kB, localizadas em endereços a partir do segmento C800.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fig. 5 Ativação da Shadow RAM. (click na fig. para ampliar)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2505.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2505.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2505.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;First / Second / Third / Fourth Boot Device&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Certas placas de CPU apresentam as opções de seqüência de boot defini&amp;shy;das de uma outra forma. Ao invés de apresentarem opções como “A: / C: / CD-ROM”, “C: / A: / CD-ROM” e todas as diversas combinações possíveis, apresentam 4 itens independentes, através dos quais podemos definir a primeira, a segunda a terceira e a quarta opção de boot. Por exemplo, para formar a seqüência “C: / A: / CD-ROM”, programamos a primeira opção com “C:”, a segunda com “A:” e a terceira com “CD-ROM”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CPU Speed at Boot&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Encontrado em PCs antigos. Este comando define qual é a velocidade do processador após o boot. As opções apresentadas são High (Alta) e Low (Baixa). Em geral dei&amp;shy;xamos selecio&amp;shy;nada a opção High. Em alguns raros casos este item possui ainda a opção “Switch”, que faz com que seja obedecida a indicação da chave Turbo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hard Disk Pre-Delay&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Alguns discos rígidos podem apresentar problemas quando o BIOS os testa muito cedo, antes que tenham atingido seu regime normal de funcionamento. O BIOS tenta identificar o modelo do disco, através de um comando de interrogação, mas o disco não responde, por estar ainda ocupado em sua inicialização. O resultado é um falso erro, que pode ser manifestado pela mensagem “HDD Controller Failure”. Com este comando, podemos seleci&amp;shy;onar um tempo (medido em segun&amp;shy;dos) a ser aguardado antes que o BIOS interrogue o disco rígido. Em geral, o tempo default funciona, mas em caso de problemas, podemos tentar usar o tempo máximo. Usuários “apressados” podem tentar diminuir este tempo, para que o boot seja mais rápido.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Processor Type&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As placas de CPU modernas podem operar com diversos processadores compatíveis. A maioria delas detecta automaticamente o processador presente, mas muitas delas, sobretudo as que usam processadores para o Soquete 7, podem apresentar em seus Setups, um item através do qual podemos definir o processador empregado. Quando este item está presente, podemos encontrar opções como Intel, Cyrix, AMD e Auto. O default é Auto, o que faz com que o BIOS tente de&amp;shy;tectar o &amp;shy;processador em uso. Caso esta auto detecção não funcione, podemos indicar dire&amp;shy;tamente qual é o processador instalado. Quando uma placa antiga não de&amp;shy;tecta um processador novo, e por esta razão apresenta problemas de mau funcio&amp;shy;namento, devemos adquirir uma nova placa de CPU, ou então tentar fazer um upgrade de BIOS.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Processor Speed (CPU Internal Core Speed) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Algumas placas de CPU possuem um comando no CMOS Setup para informar o clock do processador. Para que para que isto funcione o processador tem que ser do tipo “não travado”, ou seja, não utilizar multiplicadores fixos. Tome muito cuidado com este item. Se ele existe no seu CMOS Setup, especifique o valor correto do clock do seu processador. Se você utilizar um valor mais elevado, poderá danificá-lo, ou tornar o funcionamento do PC instável.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Parity Check&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Através deste item podemos habilitar ou desabilitar a checagem de pari&amp;shy;dade reali&amp;shy;zada nas leituras da memória DRAM. Caso todas as memórias DRAM existentes na placa de CPU possuam o bit de paridade (por exem&amp;shy;plo, quando todos os módu&amp;shy;los SIMM forem de 36 bits, e não de 32, e quando as memórias DIMM forem de 72, e não de 64 bits) pode&amp;shy;mos deixar este item habilitado para que sejam usados esses bits. Quando pelo menos um módulo de memória não possui bits de pari&amp;shy;dade, devemos deixar esta opção desabilitada, caso contrário, serão emitidos falsos erros de paridade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Extended BIOS RAM Area&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este comando é encontrado em Setups de PCs antigos. Define uma área de memória RAM para armazenar os parâmetro do disco rígido “tipo 47”, ou sejam do disco rígido com parâmetros definidos pelo usuário. Algumas vezes aparece com o nome “Hard Disk Type 47 RAM Area”. Suas opções são duas: “0:300” e “DOS 1 kB”. A opção “DOS 1 KB” é mais reco&amp;shy;mendável, pois evita possíveis incompatibilidades causadas pela outra opção. Esta opção fica sem efeito quando usamos o comando System BIOS Shadow, pois ao ser feita a cópia do conteúdo do ROM BIOS para uma área de memória RAM, os parâmetros do disco rígido tipo 47 são automaticamente armazenados, sem a ne&amp;shy;cessidade de usar uma área de RAM adicional. Portanto, desde que esteja em uso a opção System ROM Shadow, deixe este item programado como 0:300. Na ver&amp;shy;dade não será usada a área 0:300, mas uma área dentro da RAM para a qual foi copiado o BIOS.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DMI Event log capacity&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As placas de CPU modernas possuem um recurso chamado DMI (Desktop Management Interface). Através dele, vários parâmetros críticos relacionados com o funcionamento do processador podem ser monitorados, como a temperatura do processador, rotação do ventilador, valores de voltagem, etc. Essas placas mantêm armazenadas na sua Flash ROM, um relatório desses eventos. O item DMI Event log capacity indica se há espaço disponível na Flash ROM para armazenar novos eventos. Quando não existe espaço, o usuário deve comandar o apagamento des&amp;shy;ses eventos para que sobre espaço para armazenar eventos futuros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;View DMI Event log&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este comando faz com que seja exibido na tela, o relatório de eventos DMI arma&amp;shy;zenados na Flash ROM.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Clear all DMI event logs&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Limpa todos os eventos DMI armazenados na Flash ROM, deixando assim, espaço livre para armazenar novos eventos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Event logging&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Habilita a gravação de eventos DMI na Flash ROM. Deixe este item com a opção Enabled. Você poderá então usar um software gerenciador de DMI para Windows, ou mesmo o CMOS Setup, para checar os eventos armazenados. Este software em geral é fornecido no CD-ROM que acompanha a placa de CPU.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ECC Event logging&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao ser habilitado, faz com que os eventos relativos à detecção e correção de erros na memória sejam armazenados na Flash ROM. A presença de eventos ECC ar&amp;shy;mazenados na Flash ROM indica que possivelmente existem problemas na memó&amp;shy;ria. Devemos então tomar providências, como por exemplo, não confiar 100% no PC, reduzir a velocidade dos acessos à memória (Advanced Chipset Setup), e fazer backups com mais freqüência. Se os problemas persistirem, é reco&amp;shy;mendada a substituição das memórias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-4650238609329643429?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/4650238609329643429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/4650238609329643429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2007/10/advanced-cmos-setup-os-itens.html' title='Tutorial sobre setup - Parte 4'/><author><name>Download</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13946821148751668249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-1364930623250882110</id><published>2007-12-28T23:11:00.000-02:00</published><updated>2008-08-23T23:56:09.933-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parte 5'/><title type='text'>Tutorial sobre setup - Parte 5</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;Advanced Chipset Setup&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Perigo !!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Alguns dos itens localizados no Advanced Chipset Setup devem permane&amp;shy;cer obri&amp;shy;gatoriamente com seus valores default, caso contrário, a placa de CPU pode expe&amp;shy;rimentar problemas de funcionamento. Por exemplo, exis&amp;shy;tem alguns itens que de&amp;shy;finem a velocidade de acesso às memórias. Se for utilizada uma velocidade acima da recomendada, o processador pode receber dados errados da memória, o que inviabiliza o seu funcionamento. Altere esses itens apenas se for estritamente necessário, e se você souber muito bem o que está fazendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nas explicações que se seguem, usaremos muito o termo envenenamento, talvez por não termos encontrado palavra melhor para descrever a idéia. Certos ajustes feitos no CMOS Setup resultam em aumento de velocidade, de forma totalmente segura. Por exemplo, usar o PIO Mode 4 nas transferências do disco rígido, ou o modo Ultra DMA 33/66/100, no caso de discos rígidos que possuem este recurso. Isto não é envenenamento. É um aumento seguro de desempenho. Por outro lado, reduzir ao mínimo o tempo dos ciclos de memória resulta em aumento de desempenho, mas pode deixar o PC operando de forma instável. Isto é um envenenamento. O PC, caso continue funcionando bem, ficará mais veloz, mas corremos o risco de instabilidades, como travamentos ou os famigerados GPF’s (falha geral de proteção) no Windows. Quando algum item é envenenado, o procedimento correto é medir o desempenho do PC (usando programas medidores de desempenho, como por exemplo, o Norton Sysinfo). Se o índice de velocidade aumentar, significa que o envenenamento melhorou o desempenho. Resta agora testar o PC para verificar se seu funcionamento está normal, sem apresentar anomalias como GPFs e travamentos. Se esses problemas ocorre&amp;shy;rem, devemos reprogramar com seu valor original, o item que foi envenenado. Por outro lado, se ao envenenarmos um determinado item, constatarmos que o índice de velocidade do PC foi inalterado, significa que não traz melhoramentos no desempenho, e não vale a pena ser usado. Voltamos então a usar o seu valor original.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Auto Configuration&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em todos os Setups, este item está ativado por default. Faz com que di&amp;shy;versos itens críticos relacionados com a velocidade de transferência de dados entre o pro&amp;shy;cessador e a memória sejam programados de modo adequado, além de ficarem inacessíveis para alterações. Se você não quer ter problemas, deixe esta opção habi&amp;shy;litada. Se você quiser alterar a maioria dos itens descritos a seguir, será preciso des&amp;shy;ligar a Auto Configuração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CPU Frequency&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Permite escolher o clock externo a ser usado pelo processador. Em geral este item é programado através de jumpers da placa de CPU, mas muitas delas podem operar em modo jumperless, com comandos do Setup substituindo os jumpers. O clock externo deve ser programado de acordo com o processador (66, 100, 133 MHz, etc.). Não esqueça que processadores Athlon e Duron operam com DDR (Double Data Rate). Quando um Athlon, por exemplo, usa o “clock externo de 200 MHz”, está na verdade usando 100 MHz com duas operações por ciclo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DRAM to CPU Frequency Ratio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tradicionalmente as placas de CPU têm operado com DRAM que usam o mesmo clock externo usado pelo processador. Por exemplo, com 100 MHz externos, usam memórias padrão PC100. Chipsets mais modernos podem suportar diferentes velocidades para o processador e para a DRAM. Este é o chamado modo assíncrono. Um Celeron pode operar com clock externo de 66 MHz mas usar memórias de 100 MHz. Um Pentium III pode ser de versão com clock externo de 100 MHz e operar com memórias de 133 MHz. Processadores Athlon de 100 MHz (200 MHz com DDR) pode utilizar memórias de 100 ou 133 MHz, dependendo do chipset. Nas placas de CPU que apresentam este recurso, encontramos no CMOS Setup este item que permite escolher a relação entre o clock do processador e o clock da DRAM. Use a opção 3:3 para que ambos usem o mesmo clock. Use a opção 4:3 para casos em que memórias PC133 são usadas com processadores com clock externo de 100 MHz. Note que à medida em que são lançados processadores com outros valores de clock externo, e memórias DRAM com novas velocidades, este item tende a ser cada vez mais comum, e apresentar mais opções de configuração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Spread Spectrum Modulation&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As atuais placas de CPU geram sinais digitais de altas freqüências. A elevada emissão eletromagnética pode causar interferências em outros aparelhos. Muitos chipsets modernos podem alterar a forma de onda desses sinais digitais, eliminando componentes de alta freqüência e reduzindo a intensidade das emissões eletromagnéticas. Deixe habilitado para que as emissões sejam minimizadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SDRAM CAS Latency&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SDRAM RAS Precharge Time&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SDRAM RAS to CAS Delay&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esses três itens são programados automaticamente quando usamos a configuração default para a SDRAM. Com ela, o BIOS consulta o chip SPD (Serial Presence Detection) de cada módulo SDRAM e programa esses três parâmetros de forma automática. Os três juntos definem os ciclos de leitura e escrita da SDRAM. Quando escolhemos a configuração manual (sem usar o SPD), podemos atuar individualmente sobre esses três itens. Reduzir esses parâmetros é uma forma de “envenenar” os acessos à memória. Isto pode ser feito com relativa segurança quando as memórias utilizadas são mais rápidas que as exigidas pela placa de CPU. Por exemplo, se uma placa só suporta memórias PC100, instalar memórias PC133 não traz aumento de desempenho, a menos que possamos fazer essas três configurações de forma manual, utilizando valores mínimos. Os valores que resultam em maior desempenho (se a memória suportar) são 2-1-1 (CL=2). Na prática não usamos CL=1, pois normalmente não funciona. Usar valores maiores é uma forma de resolver problemas de travamentos, que podem ser causados por lentidão das memórias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Byte Merge&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao ser habilitado, este comando otimiza o desempenho das operações de escrita no barramento PCI, agrupando escritas de dados de 8 e 16 bits dentro de um único grupo de 32 bits. O barramento PCI opera com mais eficiência nas operações de 32 bits, e as operações de 8 e 16 bits são mais lentas. Habilitar este item pode melhorar o desempenho de placas de vídeo, controladoras SCSI e IDE.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DRAM Read Latch Delay&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este parâmetro é um ajuste fino sobre o funcionamento do controlador de memória existente no chipset. São oferecidas opções como 0 ns, 0.5 ns, 1ns e 2ns. Valores menores podem contribuir de forma indireta para um melhor desempenho. Com menor valor, pode ser viável reduzir a latência do CAS (CL), o que resulta em ciclos mais curtos. Valores maiores podem ajudar a resolver problemas de compatibilidade com certos chips de memória. Note que o excesso de ajustes complexos são uma forma de compatibilizar a placa de CPU com o maior número possível de chips de memória. O fabricante da placa de CPU utiliza para todos esses itens, valores que foram testados e indicados como ideais para a maioria dos casos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Video Memory Cache Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As opções são UC (Uncacheable) e USWC (Uncacheable, Speculative Write Combining). USWC é um novo método usado para “cachear” dados da memória de vídeo que pode resultar em aumento de desempenho gráfico. Deixe este item programado em USWC se quiser experimentar este aumento de desempenho, ou deixe em UC (Uncacheable) se tiver problemas no funcionamento do vídeo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;High Priority PCI Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Permite estabelecer para um dos slots PCI (normalmente o slot 1, localizado mais à direita) uma maior prioridade sobre os demais. Certas placas de expansão que operam com elevada taxa de transferência são beneficiadas com esta configuração: controladoras SCSI e controladores Firewire (IEEE-1394).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clk Gen for Empty PCI slot / DIMM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando está habilitado, o chipset vai deixar ativados os sinais de clock dos slots PCI e soquetes de memória vazios. Não é necessária a geração deste clock para soquetes e slots vazios, portanto ao desabilitarmos este item, estaremos reduzindo o consumo de energia e a emissão eletromagnética.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Linear Burst&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item é encontrado em Setups de placas de CPU para Soquete 7. Pode ser habilitado quando a placa tem um processador Cyrix. Esses processadores possuem um modo de transferência de dados da cache L2 mais eficiente, chamado Linear Burst. Deixe portanto este item habilitado para processadroes Cyrix (6x86, 6x86MX, MII) e desativado para processadores Intel e AMD.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ISA Bus Clock&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em geral, podemos programar o clock do barramento ISA, em função do clock do barramento PCI. Para isto, definimos no Setup um número divisor. O clock de barramento ISA deve ser ajustado para um valor próximo a 8 MHz. Como o bar&amp;shy;ramento PCI pode operar com 25, 30 e 33 MHz, usamos os divisores 3 e 4 para obter o clock adequado. Tome como base a tabela abaixo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;pre&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clock PCI           Divisor         Clock ISA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 MHz                3             8,33 MHz&lt;br /&gt;30 MHz                4             7,50 MHz&lt;br /&gt;33 MHz                4             8,33 MHz&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por exemplo, um Celeron/633 opera com um clock externo de 66 MHz. Logo, seu barramento PCI opera com 33 MHz. Devemos então aplicar o divisor 4 para chegar ao clock ISA de 8,33 MHz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EDO Autoconfiguration&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item é encontrado em PCs antigos, que usavam memória EDO. Os chips que fazem o controle da memória, seja ela FPM DRAM, EDO DRAM ou SDRAM, ou até mesmo a SRAM que forma a cache externa, precisam ter configu&amp;shy;rados diversos parâmetros: temporização dos ciclos de leitura e de escrita, tempo decorrido entre os sinais RAS e CAS, tempo decorrido entre os sinais RAS e MA, e diversos outros. A opção EDO Autoconfiguration faz a programação automática de todos esses parâmetros, fazendo com que as memórias EDO DRAM funcionem, talvez não da forma mais rápida, mas de uma forma segura e com velocidade ra&amp;shy;zoável. Quando desabilitamos este item, podemos atuar individualmente nos diver&amp;shy;sos itens que regulam o acesso à memória EDO DRAM, mas este tipo de regula&amp;shy;gem pode causar mau funcionamento, caso seja feito de forma errada. Normal&amp;shy;mente essas regulagens permitem aumentar um pouco o desempenho do PC, mas se o acesso ficar muito rápido, a memória pode não suportar e apresen&amp;shy;tar erros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SDRAM Autoconfiguration&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim como ocorre com a EDO DRAM, a SDRAM também precisa ter seus pa&amp;shy;râmetros de acesso regulados no chipset. Deixando o item SDRAM Autoconfigura&amp;shy;tion programado com a opção Enabled, esses parâmetros serão programados com valores seguros, e permitindo um acesso suficientemente veloz. Para “envenenar” o acesso à SDRAM, este item deve ficar em Disabled, e cada um dos parâmetros de acesso devem ser ajustados manualmente. Isto pode resultar em aumento de de&amp;shy;sempenho, mas também pode fazer o PC ficar instável, apresentando tra&amp;shy;vamentos e outros erros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SDRAM Autosizing Support&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Habilita o reconhecimento automático da capacidade dos módulos de memória, de acordo com as informações presentes no chip SPD. Deixe este item habilitado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cache Read Cycle&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este parâmetro define a temporização das operações de leitura da memó&amp;shy;ria cache externa pelo processador. É encontrado nos Setups de placas de CPU que possuem cache L2 externa. De todos os itens do Advanced Chipset Setup, este é o que tem mais impacto sobre o desempenho total do PC. A habilidade de transferir dados em alta velocidade da ca&amp;shy;che externa para o processador, garante que a sua cache interna terá sempre instruções prontas para serem execu&amp;shy;tadas, e dados prontos para serem processados. Cada transferência de dados da cache externa para o processador é feita por um grupo de 4 leituras consecu&amp;shy;tivas, cada uma delas fornecendo 64 bits. Em geral, este ciclo de leitura é marcado por 4 números, como 3-2-2-2, 2-2-2-2, 2-1-1-1, etc. Cada um desses números indica quantas unidades de tempo são gastas em cada leitura. A unidade de tempo usada nessas operações é o “período”, notado pelo símbolo “T”. O valor de T é calculado a partir do clock externo do processador:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;pre&gt;&lt;br /&gt;Clock Externo            T&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;50 MHz                 20 ns&lt;br /&gt;60 MHz                 16,6 ns&lt;br /&gt;66 MHz                 15 ns&lt;br /&gt;100 MHz                10 ns &lt;/pre&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De todas as opções apresentadas para este item, a que possui menores números resulta em maior velocidade. Por exemplo, “3-1-1-1” é mais rá&amp;shy;pido que “3-2-2-2”. Entretanto, é preciso verificar se esses números meno&amp;shy;res realmente podem ser usa&amp;shy;dos. Se o tempo destinado às leituras da cache for muito pequeno, o PC pode simplesmente não funcionar, devido a erros de leitura na memória cache. Quando usamos a auto-confi&amp;shy;guração no Advanced Chipset Setup, este item, assim como todos os ou&amp;shy;tros relacionados com o acesso da memória, são programados com valores default eficientes e seguros. O uso de valores mais “apertados” é con&amp;shy;side&amp;shy;rado um “envenenamento”, e pode não funcionar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Cache Write Wait State&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também é encontrado nos Setups de placas de CPU que possuem cache L2 externa. As opções apresentadas são “0 WS” e “1 WS”. Serve para aplicar uma prorrogação no tempo para operações de escrita na memória cache ex&amp;shy;terna. Digamos que as leituras sejam feitas em modo 3-2-2-2, o que signi&amp;shy;fica, três ciclos para a primeira leitura e dois ciclos para cada uma das ou&amp;shy;tras três leituras consecutivas (lembre-se que os dados da cache são lidos em 4 grupos de 64 bits). As transferências de da&amp;shy;dos do processador para a cache externa podem seguir esses mesmos tem&amp;shy;pos, caso usemos a opção “0 WS”, ou pode utilizar um estado a mais, caso usemos a opção “1 WS”. No caso, o ciclo de escrita na cache obedeceria ao padrão 4-3-3-3. Em geral, podemos usar a opção “0 WS”, fazendo com que as escritas e leituras na cache externa sejam feitas na mesma velocidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;DRAM Read Cycle&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim como ocorre com a memória cache, as memórias DRAM também operam com ciclos de 4 leituras ou escritas consecutivas. Este item do Setup define quantos períodos de tempo são usados em cada uma das leituras. Por exemplo, o esquema 7-3-3-3 indica que são usados 7T para ter acesso ao primeiro grupo de 64 bits, e 3T para cada uma das outras três leituras seguintes. Memórias EDO DRAM podem operar com valores menores (por exemplo, 6-2-2-2) que no caso das memórias DRAM comuns, e memórias SDRAM podem usar ciclos ainda mais rápidos, como 3-1-1-1. Em geral, o BIOS detecta automaticamente o tipo de DRAM usada e pro&amp;shy;grama este ciclo de leitura, levando em conta a segurança e a eficiência. Este é um envenenamento que em geral não vale a pena ser feito, já que o desempenho da cache tem um papel muito mais significativo que o desempenho da DRAM.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DRAM Write Wait State &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim como ocorre nas leituras, as operações de escrita na DRAM também são feitas em seqüências de 4 grupos de 64 bits (apesar de também pode&amp;shy;rem ser feitas escritas individuais). Este item possui duas opções: “0 WS” e “1 WS”. Quando é usado “0 WS”, o ciclo de escrita na DRAM segue a mesma temporização do ciclo de leitura. Quando usamos “1 WS”, as escri&amp;shy;tas terão um tempo adicional de um período.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;RAS to CAS Delay&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os endereços de memória são enviados para a DRAM em duas etapas, chamadas de “linha” e “coluna”, que são acompanhados dos sinais RAS e CAS. Este item do Setup serve para definir o tempo entre o RAS e o CAS. Um tempo menor pode fazer com que os dados da DRAM sejam lidos mais rapidamente, mas este envenenamento não vale a pena ser ten&amp;shy;tado. Lem&amp;shy;bramos mais uma vez que a cache tem um papel muito mais significativo que a DRAM no que diz respeito ao desempenho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;DRAM Write CAS Pulse &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Depois que o sinal CAS chega à DRAM, este deve permanecer ativo du&amp;shy;rante um certo intervalo de tempo. Quanto menor for este intervalo, mais cedo terminará o ciclo de acesso à memória DRAM, mas por outro lado, isto pode fazer o funcio&amp;shy;namento do PC ficar instável. É recomen&amp;shy;dável deixar este item progra&amp;shy;mado na opção default, que é preenchida na Auto Configuração.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;DRAM CAS Precharge Time&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aqui está mais um item que deve ser preferencialmente deixado com sua progra&amp;shy;mação default, caso contrário o funcionamento da memória poderá ficar instável. Quando uma célula de memória é lida, seu conteúdo é apagado, mas é automaticamente re-escrito. O Pre&amp;shy;charge Time é o tempo necessá&amp;shy;rio para fazer esta correção. Usando um tempo menor, o tempo total usado no ciclo de acesso à memória será menor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DRAM RAS to MA Delay&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os endereços enviados para a memória DRAM são divididos em duas partes, chamadas de linha e coluna. A divisão do endereço completo em duas partes que são enviadas, uma de cada vez, é chamada de multiple&amp;shy;xação. O Sinal MA (Multiplex Address) serve para substituir o endereço de linha pelo endereço de coluna. Este item do Setup serve para indicar, quanto tempo após a ativação do sinal RAS, será feita a multiplexação, ou seja, o envio do endereço de coluna. É recomendável deixar este item no modo default.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SDRAM RAS to CAS Delay&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para uma DRAM funcionar, seja ela FPM DRAM ou EDO DRAM, necessita da ativação seqüenciada de 3 sinais digitais: RAS (Row Address Strobe), MA (Multiplex Address) e CAS (Column Address Strobe). A SDRAM utiliza apenas dois desses sinais: RAS e CAS, já que o seu sinal MA é gerado internamente. Este parâmetro define o intervalo de tempo entre os sinais RAS e CAS. Quanto menor é o intervalo, mais rápido será o funcionamento das memórias, mas também pode ocorrer mau funcionamento. Usar valores default, ou valores médios, representa a opção mais segura. Por exemplo, se forem apresentadas as opções 2 e 3, escolha 3 para que o funcionamento seja seguro. Escolha 2 se você quer aumentar o desem&amp;shy;penho, mas isto deve ser considerado como um teste. Poderá deixar assim se o PC não apresentar problemas de mau funcionamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SDRAM RAS Precharge Time&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este parâmetro é mais um envenenamento. As memórias DRAM, seja qual for o tipo, necessitam de um período de pré-carga (Precharge Time) antes de serem acessadas. Se este período não for respeitado, podem ser apagados os bits armaze&amp;shy;nados. Usar valores menores é um envenenamento, ou seja, faz o PC ficar mais rápido, mas pode causar instabilidades no funcionamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SDRAM Timing Latency&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pode ser programado com duas opções: Manual e Auto. Ao usarmos a opção ma&amp;shy;nual, podemos ter acesso aos parâmetros que definem a temporização das memórias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DRAM Speed&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Algumas placas de CPU possuem a capacidade de programar automati&amp;shy;camente todos os itens relacionados com a temporização da DRAM, bas&amp;shy;tando que para isto seja fornecida a sua velocidade, ou seja, o seu tempo de acesso. Memórias mais rápidas suportam uma temporização mais “apertada” que memórias mais lentas.&lt;br /&gt;Em PCs que usam memórias SDRAM, este item pode oferecer opções como PC100/PC133, ou 100 MHz / 125 MHz / 133 MHz / 143 MHz / 166 MHz. Pode ainda aparecer com indicações de velocidade em ns (10 ns / 8 ns / 7.5 ns / 7 ns / 6 ns).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DRAM Slow Refresh&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item provoca um pequeno aumento no desempenho da DRAM. A ope&amp;shy;ração de Refresh consiste em uma seqüência interminável de leituras fei&amp;shy;tas na DRAM. Se essas leituras cessarem, os dados da DRAM são apaga&amp;shy;dos, pois em geral ficam es&amp;shy;táveis por apenas alguns milésimos de se&amp;shy;gundo. Antigamente, as DRAMs precisa&amp;shy;vam ser lidas uma vez a cada 2 ms (milésimos de segundo). As DRAMs atuais po&amp;shy;dem ser lidas em intervalos de tempo maiores, como 16 ms. Essas leituras provocam uma pe&amp;shy;quena perda de desempenho na DRAM, em geral inferior a 5%. Com o comando Slow Refresh, este período pode ser mais longo, o que faz com que a perda de desempenho seja menor. Em geral podemos habilitar este item, pois as DRAMs modernas o suportam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;L2 Cache Policy&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A memória cache externa pode operar de dois modos: Write Through e Write Back. No primeiro método, a cache externa acelera apenas as ope&amp;shy;rações de leitura, e no segundo método, acelera também as operações de escrita. O segundo método oferece melhor desempenho que o primeiro, e deve ser preferencialmente utili&amp;shy;zado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ISA Linear Frame Buffer Address&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item é necessário na instalação de algumas placas digitalizadoras de vídeo padrão ISA. Se o seu PC não possui placas deste tipo, deixe-o desabilitado. Placas digitalizadoras de vídeo possuem uma área de memória para onde os dados são continuamente transferidos durante o processo de digitaliza&amp;shy;ção. Esta área é chamada de Frame Buffer. O processador precisa ler esses dados digitalizados para que sejam transferidos para o disco durante o processo de digitalização. Mui&amp;shy;tas dessas placas exigem que este buffer fique localizado entre os endereços 15M e 16M. Algumas utilizam um buffer com 1,5 MB, sendo então necessária a sua localização entre os endereços 14M e 16M. Para evitar que esta área de memória, localizada na placa digitalizadora de vídeo, entre em conflito com a DRAM, muitas placas de CPU possuem comandos que desabilitam uma área de memória DRAM. Esses comandos indicam o ende&amp;shy;reço (ISA Linear Frame Buffer Address) e o seu tamanho (ISA Linear Frame Buffer Size). Por exemplo, se uma determinada placa digitalizadora de vídeo possui um Frame Buffer com 1 MB, devemos fazer o seguinte:&lt;br /&gt;a) Programar o endereço do Linear Frame Buffer (LFB) na placa digitali&amp;shy;zadora para 15 M.b) Programar no CMOS Setup o item ISA LFB Address para 15M.c) Programar no CMOS Setup o item ISA LFB Size para 1 MB.&lt;br /&gt;Esta programação cria um “buraco” na memória DRAM, por isso é cha&amp;shy;mada em alguns Setups de “Memory Hole”. Em geral, podemos utilizar uma outra área para realizar as leituras do Frame Buffer. Podemos acessá-lo através de uma janela de pequeno tamanho, localizada na memória su&amp;shy;perior. Desta forma, não estaremos criando uma descontinuidade na me&amp;shy;mória DRAM.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ISA LFB Size&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este item é o ISA Linear Frame Buffer Size, que opera em conjunto com o ISA Linear Frame Buffer Address, já explicado acima.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Video Pallete Snoop&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Você provavelmente deixará este item desabilitado. Existem algumas pla&amp;shy;cas SVGA especiais que são instaladas em conjunto com outra placa SVGA. Podemos ter uma placa SVGA no barramento ISA e outra no bar&amp;shy;ramento PCI. Uma placa pode estar apresentando a imagem normal, enquanto a outra apresenta, por exemplo, um filme exibido em uma janela. Em certos casos, podem ocorrer problemas devido a incompatibilidades geradas por acessos simultâneos às duas placas. Com esta opção habilitada, o problema pode ser resolvido&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AGP Aperture Size&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Indica qual é o espaço da memória DRAM da placa de CPU que pode ser usado por uma placa de vídeo AGP para armazenamento de texturas. São normalmente oferecidas opções como 4 MB, 8 MB, 16 MB, 32 MB, 64 MB, 128 MB e 256 MB. Usar um valor muito grande significa que os programas gráficos têm permissão para usar mais memória. Valores mais baixos limitam o espaço de memória a ser usada para este fim. Uma boa aproximação é usar aqui, metade do tamanho da memória RAM disponível. Não significa que todo esse espaço será usado para ar&amp;shy;mazenamento de texturas, ele apenas especifica um limite máximo, quando estive&amp;shy;rem em execução programas gráficos tridimensionais. Durante o uso desses pro&amp;shy;gramas, o funcionamento deverá ser normal se você escolher para este parâmetro, a metade do tamanho total da memória. Se ocorrerem problemas de falta de me&amp;shy;mória para o programa, você pode diminuir este parâmetro no CMOS Setup, dei&amp;shy;xando assim menos memória livre para as texturas e mais memória livre para os programas. Se o problema for falta de memória para armazenar texturas, você terá polígonos em branco na execução dos programas gráficos. Aumente então este parâmetro no CMOS Setup. Se nenhum dos dois ajustes funcionar, experimente reduzir a resolução gráfica dos programas tridimensionais em uso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Latency Timer (PCI Clocks) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este é um importante parâmetro do barramento PCI. Em geral deve ser deixado na sua opção default. Serve para definir um limite de tempo má&amp;shy;ximo para que uma interface assuma o controle do barramento PCI. Uma vez que uma interface tenha assumido o controle do barramento, ela terá direito a um período limitado de tempo para realizar sua transferência de dados. Ao término deste período, caso a transferência não tenha terminado, será provisoriamente suspensa para dar chance de outras interfaces reali&amp;shy;zarem suas transferências. Cada uma dessas transferências será também limitada pelo Latency Timer. Depois que as outras interfaces termina&amp;shy;rem suas transferências (mesmo que não terminem, serão suspensas para con&amp;shy;tinuar depois), a interface que teve sua transferência paralisada pelo tér&amp;shy;mino do seu perí&amp;shy;odo reservado pelo Latency Timer, poderá prosseguir de onde parou. Este meca&amp;shy;nismo evita que uma interface assuma o controle do barramento PCI por um perí&amp;shy;odo muito longo, prejudicando outras interfaces que precisam realizar suas transfe&amp;shy;rências.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Latency Timer é programado em número de clocks PCI. Por exemplo em um barramento PCI de 33 MHz, cada período dura 30 ns. Ao programar o Latency Timer com o valor 32, estaremos dando a cada interface, o inter&amp;shy;valo de 960 ns para que realizem suas transferências. Se a transferência não terminar neste tempo, será suspensa enquanto a interface aguarda a sua vez para continuar. Você encontrará nos Setups, opções para progra&amp;shy;mar o Latency Timer com valores como 32, 64, 96, 128, até um máximo de 256. Em geral podemos optar pelas opções mais baixas, como 32 ou 64, que são inclusive os valores default usados pelo Setup.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;PCI Burst&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O barramento PCI pode operar com transferências em modo Burst. Nas transfe&amp;shy;rências normais, o circuito que requisita a transferência deve forne&amp;shy;cer o endereço a ser acessado, e a seguir fornecer (ou receber) o dado. As transferências em modo Burst, por sua vez, precisam que seja fornecido apenas o endereço inicial, e a se&amp;shy;guir, uma longa seqüência de dados é transmitida, sem que os endereços precisem ser novamente fornecidos. Este sistema é usado, por exemplo, para transferir dados para a memória de vídeo das placas SVGA, ou para transferir dados para a inter&amp;shy;face IDE. Entretanto, certas placas PCI podem não suportar transferências neste modo. Se forem observados problemas, por exemplo, nas imagens exibi&amp;shy;das na tela, devemos desabilitar o item PCI Burst, o que fará com que as transferências sejam realizadas no modo convencional.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;System BIOS Cacheable&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item define se a área de memória ocupada pelo BIOS da placa de CPU deve ser ou não acelerada pela memória cache. Lembre-se que esta ROM é copiada para a DRAM, um mecanismo chamado Shadow RAM. Isto provoca um grande aumento de desempenho no processamento do BIOS. Com o item System BIOS Cacheable, o conteúdo do BIOS da placa de CPU, além de ser acelerado pela có&amp;shy;pia para a DRAM, é ainda acelerado pela memória cache. Isto provocará uma melhora no desempenho do BIOS, o que é refletido, por exemplo, na elevada taxa de transferência ex&amp;shy;terna do disco rígido quando operando em modo MS-DOS (em jogos, por exemplo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Video BIOS Cacheable&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É análogo ao item System BIOS Cacheable, exceto no que diz respeito ao BIOS da placa SVGA. Deve ser sempre habilitado, o que causará melhoria na velocidade de operação deste BIOS. Devemos deixar este item desabili&amp;shy;tado, por exemplo, quando usamos uma placa SVGA antiga, de 16 bits, que não suporta a alta veloci&amp;shy;dade dos processadores modernos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8 bit I/O Recovery Time &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Placas de expansão ISA podem não suportar a alta velocidade de ope&amp;shy;ração dos processadores modernos. Mesmo com os seus ciclos de leitura e escrita sendo feitos na velocidade correta (a 8 MHz, como requer o barramento ISA), essas placas podem necessitar de um pequeno intervalo de tempo antes que estejam prontas para permitir a pró&amp;shy;xima operação de leitura ou escrita. Em geral, as operações de leitura e escrita no barramento ISA demoram 250 ns. Uma determinada placa pode precisar de um tempo de, digamos, cerca de 250 ns até que esteja pronta para a próxima operação. Este tempo é chamado de “Recovery Time”. Os processadores modernos são ca&amp;shy;pazes de realizar transferências de E/S seqüenciais, uma após a outra, sem des&amp;shy;canso. Possuem instruções como “envie todos esses bytes para um determinado endereço de E/S, em seqüência”. Essa instrução é chamada de OUTSB (transmite seqüência de bytes para endereço de E/S), mas existem ainda outras: OUTSW (transmite seqüência de words para E/S), INSB (recebe seqüência de bytes) e INSW (recebe seqüência de words). A placa pode apresentar erros nessas opera&amp;shy;ções, e para que não ocorram, é preciso fazer com que o processador realize pausas auto&amp;shy;maticamente quando estiver executando essas instruções es&amp;shy;peciais de E/S. Para isto, os Setups possuem a opção I/O Recovery Time. Muitos Setups possuem um único comando para este fim, outros possuem dois comandos independentes, um para operações de E/S de 8 bits, e outro para operações de E/S de 16 bits. As opções são dadas em número de clocks. Em geral, podemos usar o valor mínimo, já que re&amp;shy;sulta em maior velocidade de transferência de dados. Se forem observados pro&amp;shy;blemas de mau funcionamento em placas ISA, devemos tentar programar este item com o seu valor máximo. As opções são medidas em número de períodos de clock. Podemos encontrar, por exemplo, valores desde 1 clk até 8 clk.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16 bit I/O Recovery Time&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item é análogo ao 8 bit I/O Recovery Time, exceto que diz respeito apenas às operações de E/S envolvendo 16 bits. Não diz necessariamente respeito a placas ISA de 16 bits. Mesmo sendo uma placa ISA de 16 bits, quase sempre possuem endereços de E/S que são acessados em grupos de 8 bits.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Turbo Read Pipelining&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aqui o termo “Pipelining” aplica-se a ciclos especiais de aceso à memória, no qual um grupo de 4 acessos é imediatamente seguido por outro. Parece complicado. Veja&amp;shy;mos então outra forma de explicação. Os ciclos de acesso à memória DRAM con&amp;shy;sistem em 4 leituras consecutivas de grupos de 64 bits. Os tempos para essas leituras são medidos em períodos de clock. Di&amp;shy;gamos que a memória esteja operando no esquema 7-2-2-2, ou seja, são 7 períodos para ler o primeiro grupo de 64 bits mais dois ciclos para ler cada um dos três grupos seguintes. Logo depois de fazer uma transferência de 4 grupos de 64 bits, inicia-se em geral a transferência de mais 4 grupos de 64 bits. Este novo ciclo, em condições normais, teria que respeitar a mesma temporização do ciclo anterior, ou seja, 7-2-2-2. Entretanto, as memórias DRAM são capazes de transmitir longas seqüências em FPM (Fast Page Mode), desde que solicitadas. Podem realizar, por exemplo, uma transferência com a tem&amp;shy;porização 7-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2, e para isto basta que o chip controlador do seu acesso solicite este tipo de transferência. Este modo de operação, no qual um ciclo de leitura é “emendado” com o seguinte, é chamado de Pipelined Read. Caso exista esta opção no seu Setup, habilite-a, pois é segura e causa melhoria no de&amp;shy;sempenho da DRAM.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Peer Concurrency&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item, ao ser habilitado, permite que existam transferências sendo realizadas no barramento PCI, ao mesmo tempo em que existem transferên&amp;shy;cias sendo realizadas entre o processador, a DRAM e a cache externa. Ao ser habilitado, oferece um sensível aumento no desempenho do sistema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Extended Cacheability&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Existe uma limitação nos chipsets antigos para processadores Pentium e similares (Soquete 7) no que diz respeito à área de memória sobre a qual a cache atua. Certos chipsets podem fazer com que a cache L2 atue apenas nos primeiros 64 MB. Qualquer área de memória DRAM que ultrapasse este valor não será acelerada pela cache. Outros chipsets po&amp;shy;dem manter a cache atuando sobre uma área maior, desde que seja indi&amp;shy;cado no Setup, qual é a faixa de DRAM a ser “cacheada”. Este item deve ser programado com o menor valor possível que seja superior à quantidade de memória DRAM instalada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Low CPU Clock&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todas as placas de CPU antigas podem operar em duas velocidades, uma alta e uma baixa. Nos velhos tempos das placas de CPU que operavam com 16, 20, 25 ou 33 MHz, a velocidade baixa era em geral obtida com um clock de 8 MHz, ou outro valor próximo. Muitas placas de CPU modernas ativam sua baixa velocidade pela desabilitação total da cache interna e da ex&amp;shy;terna. Existem ainda placas que desabi&amp;shy;litam ambas as caches, e ainda di&amp;shy;minuem o valor do seu clock. Pois bem, várias dessas placas permitem que seja escolhido o valor do clock de baixa velocidade, em geral através de uma fração do clock máximo. Por exemplo, em um Pentium-200, pro&amp;shy;gramar o “Low CPU Clock” com um fator 1/20, resultará em um clock de baixa velocidade em torno de 10 MHz. O processador estará operando em alta velocidade até que seja depressionado o botão Turbo, passando então a vigorar este valor baixo de clock programado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DRAM are xx bits wide&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este parâmetro define o número de bits da memória DRAM. As opções são 64 e 72. Para completar 72 bits, é preciso usar memórias com paridade. Memórias DIMM/168 com paridade fornecem 72 bits, ao invés de 64, e memórias SIMM/72 com paridade fornecem 36 bits cada, ao invés de 32. Esses bits adicionais podem ser usados para implementar uma técnica chamada ECC (Error Correction Code). Desta forma, eventuais erros na memória podem ser detectados, e em alguns casos, até corrigidos. Para isto não basta que a memória opere com 72 bits, mas também que o chipset seja capaz de usar o ECC.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data integrity Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item indica como os 8 bits adicionais (dos 72, são 64 para dados e 8 para che&amp;shy;cagem) serão usados. Com a opção Disabled, esses bits serão ignorados. Com a opção ECC, será feita a detecção e correção dos erros, através de técnicas especiais de hardware. Com a opção EC (às vezes chamada de Parity), será apenas feita uma checagem de erro usando uma técnica chamada paridade. Esta técnica não permite corrigir erros, apenas detectar, sendo menos eficiente que o ECC. Se você utiliza memórias de 72 bits, é melhor usar a opção ECC.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Legacy USB Support&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Deixe este item desabilitado. É habilitado apenas para permitir o uso de dispositi&amp;shy;vos USB antigos. Como você provavelmente vai utilizar dispositivos USB de fabricação recente (os antigos são bastante raros), não será necessário ativar o suporte a dispositivos USB antigos. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-1364930623250882110?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/1364930623250882110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/1364930623250882110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2007/10/advanced-chipset-setup-perigo-alguns.html' title='Tutorial sobre setup - Parte 5'/><author><name>Download</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13946821148751668249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-3804253703019516317</id><published>2007-12-27T22:12:00.000-02:00</published><updated>2008-08-23T23:58:09.693-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parte 6'/><title type='text'>Tutorial sobre setup - Parte 6</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;&lt;strong&gt;PCI / PnP Setup&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As placas de CPU modernas possuem todos os recursos do padrão Plug and Play (PnP). Entretanto, nem sempre são utilizadas em sistemas 100% PnP. Podem ser usados sistemas ope&amp;shy;racionais que não são PnP (MS-DOS, Windows 3.x, OS/2), e também podem ope&amp;shy;rar em conjunto com placas de expansão ISA que não são PnP. Seja qual for o caso, certos ajustes preci&amp;shy;sam ser feitos manualmente, e para isto essas placas pos&amp;shy;suem uma parte do seu Setup dedicado à definição de itens relacionados com as placas PCI (são todas elas PnP) e placas ISA, sejam elas PnP ou não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boot with PnP OS / PnP Aware OS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O BIOS PnP pode operar de duas formas diferentes: Gerenciar sozinho a configu&amp;shy;ração automática de dispositivos PnP, ou dividir esta tarefa com o Sistema Opera&amp;shy;cional, desde que este sistema também seja PnP. Este item (Boot with PnP Opera&amp;shy;ting System) deve ser habilitado caso esteja em uso um sistema operacional PnP, como o Windows 95 /98/ME ou Windows 2000.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PCI Slot 1 / 2 / 3 / 4 IRQ Priority&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As placas de CPU com barramento PCI têm condições de associar de forma auto&amp;shy;mática, uma interrupção para cada um dos seus 4 slots PCI. Essas inter&amp;shy;rupções são chamadas de INTA, INTB, INTC e INTD. O usuário pode programar este item com a opção Auto, e deixar que o BIOS escolha as interrupções a serem utilizadas. Muitos Setups nem mesmo permitem que o usuário interfira sobre esta escolha. Por outro lado, exis&amp;shy;tem Setups que permitem que o usuário forneça certas informações, que devem ser obrigatoriamente utilizadas pelo BIOS. Podemos, por exemplo, interferir diretamente na escolha e no uso das interrupções. Se nosso PC for 100% PnP, a melhor coisa a fazer é deixar todos os itens rela&amp;shy;ciona&amp;shy;dos com o PnP na opção Auto. Caso estejamos instalando algumas placas de ex&amp;shy;pansão que não sejam PnP, teremos que fazer certas configu&amp;shy;rações de forma ma&amp;shy;nual, como por exemplo, o uso das interrupções. Nesse caso, é importante que o Setup ofereça recursos para o selecionamento manual de diversos dos seus itens, como é o caso daquele que define o uso das inter&amp;shy;rupções.&lt;br /&gt;Este item deve ser preferencialmente programado na opção Auto, a menos que desejemos, em conseqüência da instalação de placas não PnP, direci&amp;shy;onar manual&amp;shy;mente uma interrupção específica para um slot PCI.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IRQ 3 / 4 / 5 / 6 / 7 / 9 / 10 / 11 / 12 / 14 / 15&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esses itens são necessários para possibilitar a instalação de placas ISA que não se&amp;shy;jam PnP. Placas ISA PnP (Ex: Sound Blaster 16 PnP) não ne&amp;shy;cessitam que o usuário defina linhas de interrupção (IRQ) e canais de DMA. Esta definição é feita automa&amp;shy;ticamente pelo BIOS e pelo sistema operacional que seja PnP. Entretanto, podemos precisar instalar placas ISA não PnP. Neste caso, precisamos indicar no CMOS Setup quais são as interrupções e canais de DMA ocupados por essas placas, caso contrário, o BIOS provavelmente não detectará que esses recursos estão ocupados, e os destinará a outras placas. O resultado será um conflito de hardware. Esta série de itens servem para indicar se cada uma dessas interrupções está sendo usada por uma placa ISA não PnP, ou se está livre para ser usada por algum dispositivo PnP. Digamos por exemplo que estejamos utilizando uma placa de som ISA, não PnP, configurada com IRQ5, e uma placa de rede, ISA, não PnP, configurada com IRQ10. A pro&amp;shy;gramação desses itens deve ser portanto feita da seguinte forma:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;IRQ5: ISA&lt;br /&gt;IRQ10: ISA&lt;br /&gt;DemaisIRQs: PCI / PnP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DMA Channel 0 / 1 / 3 / 5 / 6 / 7&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim como determinadas interrupções podem estar ocupadas por placas ISA não PnP, o mesmo pode ocorrer com canais de DMA. Muitos Setups possuem itens para a indicação de cada um dos canais de DMA, infor&amp;shy;mando ao BIOS se estão em uso por alguma placa ISA não PnP, ou se estão livres para serem usados por dispositivos PnP. Digamos por exemplo que estejamos utilizando uma placa de som não PnP, ocupando os canais DMA1 e DMA5 (o caso típico da Sound Blaster 16 não PnP). Devemos então programar esses itens da seguinte forma:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;DMA1: ISA&lt;br /&gt;DMA5: ISA&lt;br /&gt;Demais canais: PCI / PnP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reserved Memory Size&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É utilizado quando o PC possui placas de expansão ISA não PnP, dotadas de memórias ROM (não incluindo as placas SVGA). Um típico exemplo é o das placas controladoras SCSI e placas de rede com boot remoto (ambas em versões não PnP). Para instalar essas placas em um PC PnP, é preciso indicar no Setup qual é a faixa de endere&amp;shy;ços reservada para as suas ROMs. Os endereços das ROMs dessas placas devem ser selecionados manualmente, atra&amp;shy;vés de jumpers. No CMOS Setup, devemos indicar, tanto o endereço como o ta&amp;shy;manho reservado para essas ROMs. Em geral temos para o tamanho (Reserved Memory Size), as opções Disabled, 16 kB, 32 kB e 64 kB. Como a grande maioria das placas de expansão não utilizam ROMs, podemos deixar este item na opção Disabled.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reserved Memory Address&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aqui é indicado o endereço inicial reservado para as ROMs de pla&amp;shy;cas de expansão ISA não PnP, como explicado acima. Em geral são apre&amp;shy;sentadas opções como C000, C400, C800, CC00, D000, D400, D800 e DC00. Seu valor default é C800, o endereço da área localizada logo após a ROM da placa SVGA.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assign IRQ to PCI VGA Card&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este item faz com que a placa de vídeo tenha a ela destinada uma IRQ. Como norma geral, devemos deixá-lo habilitado, ou seja, deixar a placa de vídeo utilizar uma IRQ. Caso precisemos futuramente realizar a instalação de uma nova placa de interface e não existirem IRQs livres, podemos tentar fazer a placa de vídeo operar sem usar IRQ (algumas placas o permitem), deixando assim uma interrupção livre para a nova instalação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;Peripheral Configuration&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta parte do Setup define vários parâmetros de funcionamento das inter&amp;shy;faces exis&amp;shy;tentes na placa de CPU: Seriais, paralela, interfaces IDE e inter&amp;shy;face para drives de disquetes. Muitos desses itens podem ser programados com a opção Auto, dei&amp;shy;xando por conta do BIOS a programação. Para usuários mais avançados, a possibi&amp;shy;lidade de usar valores default diferentes pode ser uma característica muito opor&amp;shy;tuna, para possibilitar certos tipos de expansão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AGP 1x / 2x / 4x / 8x Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As primeiras placas de CPU equipadas com slots AGP podiam operar apenas no modo 1x, com taxa de transferência de 266 MB/s. Posteriormente surgiram placas AGP 2x, 4x e 8x. Quando uma placa AGP é instalada no seu slot, é utilizado automaticamente o modo mais veloz permitido simultaneamente pela placa 3D e pela placa de CPU. Podemos entretanto usar este item para reduzir a velocidade máxima suportada pelo slot AGP da placa de CPU. Por exemplo, slots capazes de operar em até 4x podem ter a velocidade reduzida para 2x ou 1x. Este ajuste pode ser necessário para resolver problemas de compatibilidade com certas placas AGP.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AGP Read/Write WS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item, ao ser ativado, faz com que a placa AGP adicione um estado de espera (Wait State) ao acessar dados da memória DRAM. Pode ser necessária a sua ativação em casos de problemas no funcionamento de modos 3D. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Onboard AC97 Modem Controller&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Onboard AC97 Audio Controller&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Muitas placas de CPU modernas, mesmo as de alto desempenho, possuem circuitos de áudio embutidos. Algumas possuem também circuitos de modem. Podemos através do Setup, habilitar essas interfaces para que possamos usá-las, ou então desabilitá-las para permitir a instalação de placas de expansão correspondentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Game Port Function&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na maioria das placas de CPU com áudio onboard, encontramos também uma interface para joystick. Este comando permite habilitar e desabilitar esta interface.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sound Blaster Emulation&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A compatibilidade com placas Sound Blaster é um requisito importante para sonorizar programas que operam no modo MS-DOS. Várias placas de CPU com áudio onboard podem operar neste modo de compatibilidade. Neste caso devemos habilitar a “emulação de Sound Blaster”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sound Blaster I/O Address, IRQ e DMA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A seção “Sound Blaster” é um dispositivo de legado, ou seja, não opera em modo Plug and Play. Por isso precisa que seus recursos de hardware sejam configurados manualmente. A configuração padrão para esses recursos é:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Endereço 220&lt;br /&gt;*IRQ 5&lt;br /&gt;*DMA 1 (8 bits) e 5 (16 bits) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Alguns programas antigos para MS-DOS só funcionam com a configuração padrão, portanto ela é a mais recomendável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MPU 401 / MPU 401 Base Address &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A MPU 401 é uma UART (interface serial) existente nas placas Sound Blaster. Todas as placas de som possuem um circuito semelhante. Nas placas de CPU com som onboard, compatível com a Sound Blaster, podemos habilitar ou desabilitar este circuito, bem como escolher o seu endereço. Ele deve ser desabilitado se quisermos instalar uma placa de som avulsa. Se usarmos o som onboard, deixamos a MPU 401 habilitada. O seu endereço padrão é 300.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;FM Enable&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este é mais um recurso das placas Sound Blaster. Trata-se do sintetizador MIDI, usado para gerar os sons dos instrumentos musicais. Para total compatibilidade com as placas Sound Blaster, este item deve ficar habilitado. O endereço da interface é 388.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onboard Video&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;São bastante comuns atualmente as placas de CPU com vídeo onboard. A maioria dessas placas de CPU permite a instalação de uma placa de vídeo avulsa, PCI ou AGP. Podemos então desabilitar totalmente os circuitos de vídeo onboard. A seqüência de operações a serem feitas é a seguinte:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1) Ainda com o vídeo onboard, desabilitamos este item no CMOS Setup.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2) Usamos o comando Salvar e Sair.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3) Depois de alguns segundos, desligamos o PC.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4) Instalamos a nova placa de vídeo e nela ligamos o monitor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5) Ligamos o PC e a nova placa de vídeo estará ativa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Video Sequence (PCI/AGP)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Muitas placas de CPU com vídeo onboard não permitem que este vídeo seja desabilitado, apesar de ser possível a instalação de uma placa de vídeo avulsa. Ambos os circuitos de vídeo ficarão ativos, mas temos que definir qual deles é o primário, ou seja, o que é usado como padrão. Muitas dessas placas não possuem slot AGP. O vídeo onboard é internamente ligado ao barramento AGP através do chipset, e apenas placas PCI podem ser instaladas. Neste caso, AGP é sinônimo de onboard, e PCI é sinônimo de placa avulsa. Usamos a seqüência PCI/AGP para usar como padrão, a placa de vídeo avulsa. Note que esta combinação PCI/AGP não é geral. Existem placas de CPU com vídeo onboard e ainda equipadas com slot AGP. Nesses casos, este item do Setup aparece com outros nomes, como “Onboard / AGP”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;On Board IDE Ports&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As placas de CPU modernas possuem duas interfaces IDE, sendo uma pri&amp;shy;mária e outra secundária. Assim como várias outras interfaces existentes nessas placas de CPU, as interfaces IDE podem ser habilitadas ou desabili&amp;shy;tadas. Por exemplo, se não estivermos usando a interface secundária, po&amp;shy;demos desabilitá-la, evitando as&amp;shy;sim que uma interrupção (em geral a IRQ15) seja ocupada desnecessariamente. Da mesma forma, podemos utilizar interfaces IDE existentes em placas de expansão, e neste caso, devemos desabilitar as interfaces IDE da placa de CPU. Este item em geral possui opções como:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*None&lt;br /&gt;*Primary Only&lt;br /&gt;*Secondary Only&lt;br /&gt;*Both (ambas ficam ativas)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IDE 0 Master Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Como sabemos, os dispositivos IDE podem realizar transferências de da&amp;shy;dos em vários modos, desde o PIO Mode 0 (o mais lento) até o PIO Mode 4 ou Ultra DMA 33/66/100 (os mais rápidos). Certos chipsets permitem que uma interface opere em um modo, enquanto a outra interface opera em outro modo. Por exemplo, pode&amp;shy;mos ter a interface primária operando em PIO Mode 4, e a secundária ope&amp;shy;rando em PIO Mode 0. Ao ligarmos em uma mesma interface, dois dispositivos IDE, sendo um capaz de operar em Mode 4, e outro mais antigo, capaz de operar apenas em Mode 0, podem ocorrer problemas de mau funcionamento (isto ocorre com o chipset i430FX, mas nos chipsets mais modernos, a mistura é permitida). O BIOS fará en&amp;shy;tão a redução automática de velocidade desta interface para o Mode 0, o que pre&amp;shy;judica o desempenho dos dispositivos mais velozes. Uma solução para este pro&amp;shy;blema é usar os dispositivos rápidos em uma interface (Ex: discos rígidos) e os dis&amp;shy;positivos mais lentos (Ex: Drives de CD-ROM que são IDE mas não Enhanced IDE) na interface se&amp;shy;cundária.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os chipsets mais modernos são capazes de utilizar, mesmo dentro de uma mesma interface IDE, dispositivos operando em diferentes velocidades. Quando o chipset possui esta capacidade, existem itens que definem a ve&amp;shy;locidade de operação dos dispositivos Master e Slave de cada uma das interfaces IDE, de forma indepen&amp;shy;dente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IDE 0 Slave Mode &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IDE 1 Master Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IDE 1 Slave Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Estes três itens têm a mesma explicação do item anterior. Servem para definir individualmente a taxa de transferência de cada um dos possíveis disposi&amp;shy;tivos IDE.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Multi-sector transfers / IDE HDD Block Mode &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Habilita as transferências de dados em “Block Mode”, ou seja, são transfe&amp;shy;ridos múl&amp;shy;tiplos setores, ao invés de apenas um de cada vez. Isto resulta em aumento no desempenho do disco rígido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;On Board FDC&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Habilita ou desabilita a interface para drives de disquetes existente na placa de CPU. Devemos desabilitar esta interface caso desejemos utilizar uma interface para drives existente em uma placa de expansão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;On Board Serial Port 1/2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na verdade são dois itens, um para a primeira e outro para a segunda porta serial existente na placa de CPU. Esses itens servem para habilitar ou desabilitar cada uma dessas interfaces. Em certos casos especiais, po&amp;shy;demos querer desabilitar uma delas. Por exemplo, quando um PC possui muitas placas de expansão e todas as interrupções de hardware já estão ocupadas, será preciso desabilitiar a segunda porta serial para per&amp;shy;mitir a instalação de uma placa fax/modem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;On Board Parallel Port&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item habilita ou desabilita a interface paralela existente na placa de CPU. Em geral podemos deixar esta interface habilitada, mas em certos casos especiais, quando temos muitas placas de expansão instaladas e todas as interrupções de hardware estão ocupadas, desabilitar a porta para&amp;shy;lela (caso o PC não possua im&amp;shy;pressora) pode ser a melhor forma de con&amp;shy;seguir uma interrupção livre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;On Board Printer Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As interfaces paralelas existentes nas placas de CPU modernas po&amp;shy;dem operar em três modos: Normal, EPP e ECP. Através deste item, escolhemos o modo desejado. O modo ECP é o mais indicado para as impressoras modernas, desde que elas estejam ligadas ao PC através de um cabo apropriado. Este cabo possui a indicação “IEEE 1284” no seu conector ou ao longo do fio. Quando usamos um cabo comum, devemos programar a porta paralela para o modo Normal ou Compatible, caso contrário poderão ocorrer problemas no funcionamento da impressora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parallel Port Address&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As portas paralelas podem ocupar três endereços de E/S diferentes: 378, 278 e 3BC. Graças a este endereçamento, um PC pode ter até três portas paralelas, chamadas respectivamente de LPT1, LPT2 e LPT3. Desde que a interface paralela da placa de CPU seja a única existente no PC, qualquer um dos três endereços pode ser escolhido. Caso façamos a insta&amp;shy;lação de uma placa de expansão que já possua uma interface paralela, precisamos descobrir o seu endereço (em geral sele&amp;shy;cionado através de jumpers), e configurar a interface paralela da placa de CPU com um ende&amp;shy;reço diferente. Podemos entretanto fazer o contrário, ou seja, deixar inalterado o endereço da porta paralela da placa de CPU, e alterar o endereço da porta paralela na placa de expansão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serial Port 1/2 IRQ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com esses dois itens, selecionamos as interrupções usadas pelas duas interfaces seriais. O padrão é COM1/IRQ4 e COM2/IRQ3, mas podemos utilizar outras inter&amp;shy;rupções.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Parallel Port IRQ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A porta paralela pode utilizar a IRQ7, caso esteja configurada com o ende&amp;shy;reço 378, ou a IRQ5, caso esteja configurada com o endereço 278. Entre&amp;shy;tanto, outras inter&amp;shy;rupções podem ser usadas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parallel Port DMA Channel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando a porta paralela opera em modo ECP, devemos indicar um canal de DMA para a realização de suas transferências. É usado um canal de 8 bits. Como o canal 2 está sempre ocupado pela interface de drives, as op&amp;shy;ções são DMA0, DMA1 e DMA3. Em geral, podemos usar qualquer uma delas. Caso você possua alguma placa de interface que opere com DMA, você deve evitar o canal correspondente. Por exemplo, as placas de som utilizam em geral o canal DMA1, e portanto você deve evitar o seu uso, optando pelos canais 0 ou 3.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UART 2 use Infrared&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Placas de CPU atuais permitem que a COM2 possa ser usada para a conexão de dispositivos que fazem transmissão por raios infravermelhos. Uma pequena placa é encaixada em um conector da placa de CPU, relativo à COM2. Esta placa é ligada a um fio, na extremidade do qual existe um transmissor e um receptor infraverme&amp;shy;lhos. Desta forma, um mouse sem fio pode transmitir dados para o PC. Outros dispositivos podem fazer transmissão e recepção. Se não quisermos pro&amp;shy;gramar a COM2 para operar com dispositivos infravermelhos, deixamos este item na opção Disabled.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primary Master DMA Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aqui é indicado se o disco rígido IDE irá operar em modo DMA. Os discos IDE de fabricação mais recente podem trabalhar no modo Ultra DMA 33/66/100, que resultam na taxa de transferência de 33 MB/s, 66 MB/s e 100 MB/s, respectivamente. Esses discos rígidos são anunciados no comér&amp;shy;cio como Ultra DMA, Ultra ATA ou Ultra IDE. Modelos um pouco mais antigos, que tipicamente operam em PIO Mode 4 (16,6 MB/s) podem ser progra&amp;shy;mados para operar no modo Multiword DMA type 2.&lt;br /&gt;Discos rígidos mais novos podem operar em modos Ultra DMA. Os modos Ultra DMA mais comuns são o 2, 4 e 5 (33 MB/s, 66 MB/s e 100 MB/s), mas existem ainda os modos 0, 1 e 3, menos usados (16,6 MB/s, 25 MB/s e 44 MB/s). Este item do Setup permite escolher o modo DMA máximo que a interface IDE irá utilizar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primary Slave DMA Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Secondary Master DMA Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Secondary Slave DMA Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tem o mesmo significado que o Primary Master DMA Mode, exceto que aplicam-se aos demais dispositivos IDE presentes.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-3804253703019516317?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/3804253703019516317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/3804253703019516317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2007/11/tutorial-sobre-setup-parte-6.html' title='Tutorial sobre setup - Parte 6'/><author><name>Download</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13946821148751668249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-6905510165923381623</id><published>2007-12-26T22:52:00.000-02:00</published><updated>2008-08-23T23:58:44.520-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parte 7'/><title type='text'>Tutorial sobre setup - Parte 7</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;Security &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em geral, esta parte do Setup possui apenas dois comandos, sendo um para cadas&amp;shy;tramento de senha, e outro relacionado com detecção de vírus.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Password &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tome muito cuidado para não cadastrar uma senha e depois esquecê-la. Você po&amp;shy;derá ficar impossibilitado de usar o Setup, ou então de executar um boot e usar o Setup, dependendo de como está progra&amp;shy;mado o item Password Checking Option, no Advanced CMOS Setup. Se você pretende usar uma senha, anote-a em um local seguro. Quando o usuário esquece a senha, é preciso apagar os dados do chip CMOS. Isto faz com que a senha seja desligada, mas será preciso reprogramar todo o Setup novamente. O manual da placa de CPU sempre traz instruções so&amp;shy;bre como realizar esta operação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando usamos o comando Password, o Setup nos pede que seja digitada uma senha, apresentando a mensagem Enter New Password. Depois de digitada, é apre&amp;shy;sentada a mensagem Re-Enter New Password. É preciso digitá-la novamente, para confirmação. Caso já tenha sido anterior&amp;shy;mente cadastrada uma senha, o Setup pedirá antes que seja digitada a senha atual, apresentando a mensagem Enter Current Password. Sem saber a senha antiga, não é possível cadastrar uma senha nova. Se quisermos desabilitar a senha, basta responder ENTER à pergunta Enter New Password.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que a senha estiver cadastrada, a checagem será feita de acordo com o item Password Checking Option, definido no Advanced CMOS Setup. Programe este item da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Setup&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, se você quer que seja pedida a senha apenas para uso do CMOS Setup. Desta forma, qualquer um poderá usar o PC, mas apenas mediante o fornecimento da senha será possível utilizar o Setup.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Always&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. A senha será sempre requisitada, tanto para executar um boot, como para acessar o Setup.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Anti Virus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quase todos os BIOS são capazes de detectar possíveis contaminações por vírus de PC, através do monitoramento das operações de es&amp;shy;crita no setor de boot e na tabela de partições do disco rígido. Essas áreas são monitoradas porque a maio&amp;shy;ria dos vírus se instalam nelas. Quando deixamos esta opção habilitada, qualquer operação de gravação em uma dessas áreas é imediatamente seguida de uma men&amp;shy;sagem aler&amp;shy;tando o usuário sobre uma possível contaminação, e perguntando se a operação deve ou não ser realizada. Em geral, o usuário pode escolher três cami&amp;shy;nhos: Permitir a gravação, não permitir a gravação ou executar um boot. A grava&amp;shy;ção deve ser permitida apenas quando estão em uso progra&amp;shy;mas que realmente gra&amp;shy;vam nessas áreas, como por exemplo, o FDISK e o FORMAT, usados no processo de inicialização do disco rígido. Também durante a instalação de sistemas operaci&amp;shy;onais ocorrem essas gravações, que devem ser permitidas. Por outro lado, se a mensagem alerta sobre vírus ocorre durante o uso de programas comuns, a melhor coisa a fazer é executar um boot e tomar providências para detectar e eliminar eventuais vírus existentes no PC.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;IDE Setup&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta parte do Setup contém itens relacionados com as interfaces IDE e com os dis&amp;shy;cos rígidos. Alguns desses itens podem ser encontrados em outras partes do Setup, como no Advanced CMOS Setup e no Peripheral Configuration Setup.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Auto Detect Hard Disk &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este comando realiza a detecção automática de todos os discos rígidos instalados, seja na interface IDE primária, seja na secundária. Sempre se&amp;shy;rão detectados os pa&amp;shy;râmetros relacionados com a geometria lógica do disco, como o número de cilin&amp;shy;dros, cabeças e setores. Em geral, outros parâmetros como LBA, Block Mode, PIO Mode e 32 bit transfers poderão ser também detectados. Entretanto, nada impede que esses itens sejam detectados e programados por comandos independentes do IDE Setup. Certos Setups possuem um único comando que faz a detecção de todos os discos IDE instalados. Outros possuem comandos independentes para a detec&amp;shy;ção dos 4 dispositivos possíveis: Primary Master, Primary Slave, Secondary Master e Secondary Slave.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LBA Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em geral este recurso é aplicado de forma independente para cada um dos 4 possí&amp;shy;veis discos IDE. Serve para ativar o Logical Block Addressing, a função que per&amp;shy;mite o endereçamento de discos com mais de 504 MB. Como os PCs modernos sempre utilizarão discos com capacidades acima deste valor, o LBA deve permane&amp;shy;cer sempre habilitado. Deixe este item desabilitado apenas se for instalar discos rígidos muito antigos, com menos de 504 MB.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IDE Block Mode&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este recurso ativa transferências de dados em bloco. Ao invés do disco transferir um setor de cada vez, transfere uma seqüência de vários setores. Con&amp;shy;tribui para aumentar a taxa de transferência externa do disco rígido.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IDE PIO Mode &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Permite o selecionamento da taxa de transferência do disco. O mais lento é o PIO Mode 0, usado nos discos rígidos antigos. O mais veloz é o PIO Mode 4, que chega a 16,6 MB/s. Todos os atuais discos IDE, chamados de EIDE ou Fast ATA-2, podem suportar o PIO Mode 4. No caso do usuário desejar apro&amp;shy;veitar um disco rígido um pouco mais antigo (aqueles velhos modelos abaixo de 500 MB), provavelmente não poderá usar o PIO Mode 4, mas poderá tentar usar modos mais velozes que o PIO Mode 0, como os modos 1, 2 e 3. Note que os discos rígidos mais novos não utilizam mais os modos PIO. Operam em modos DMA (ATA-33, ATA-66 e ATA-100).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;IDE 32 bit Transfers&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este comando faz com que as interfaces IDE passem a receber e transmitir dados para o processador em grupos de 32 bits, ao invés de apenas 16. Podemos desta forma conseguir um pequeno aumento na taxa de transferência externa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;Power Management&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os PCs modernos possuem um recurso que até pouco tempo atrás só es&amp;shy;tava dispo&amp;shy;nível em PCes portáteis: o gerenciamento de energia. Consiste em uma monitoração do uso do PC, e ao detectar inati&amp;shy;vidade durante um período preestabelecido, colocar o PC e seus dispositivos em estados de baixo consumo de energia. É um procedimento muito similar ao usado nos “Screen Savers” (economizadores de tela). A diferença é que, ao invés de simplesmente prolongar a vida do monitor, o objetivo principal é a economia de energia. Existem ainda funções para ligamento automático do PC, desde que ocorram de&amp;shy;terminados eventos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nos PCs portáteis, o gerenciamento de energia tem como princi&amp;shy;pal obje&amp;shy;tivo, prolongar a autonomia da bateria. Nos PCs comuns (chamados de “Desktops”), a economia de energia também é importante. O resultado é imedia&amp;shy;tamente refletido na conta de energia elétrica. Pode pa&amp;shy;recer pouco para quem pos&amp;shy;sui apenas um PC, mas é muito para empresas que possuem centenas, e até milhares de PCs.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O monitoramento das atividades não é feito apenas no teclado do mouse, como ocorre com os protetores de tela. Os chipsets usados nas placas de CPU são capazes de monitorar por hardware, linhas de interrupção e canais de DMA, dando ao usuário maior flexibilidade nos cri&amp;shy;térios para o ativamento de modos de baixo con&amp;shy;sumo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Modo Standby&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste modo, ocorre uma boa redução no consumo de energia. Menos tempo será preciso para que o equipamento volte ao estado “ligado”. Um monitor, por exem&amp;shy;plo, ao ser colocado em estado “standby”, inibe o ampli&amp;shy;ficador de vídeo, fazendo com que a tela fique escura, mas mantém em funcionamento a maioria dos seus circuitos internos. Com o simples toque em uma tecla, ou o movimento do mouse, ou qualquer atividade, o monitor volta ao seu estado normal, em pou&amp;shy;cos segundos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Power Management&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este é o comando que ativa as funções de gerenciamento de energia. Suas opções são Enabled e Disabled. Quando desabilitado, o PC não estará usando os recursos de gerenciamento, e todos os itens seguintes do Power Management Setup ficarão inativos e inacessíveis. Ao habilitar este item, teremos acesso aos itens se&amp;shy;guintes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Remote Power On&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Windows permite que o PC seja ligado, desde que esteja em modo Standby ou Suspend, caso ocorra uma chamada a partir de um modem externo. Esta opção serve para permitir que essas chamadas “acordem” o PC para que faça o atendi&amp;shy;mento. O PC pode por exemplo, ser ligado automaticamente para rece&amp;shy;ber um fax, e depois de algum tempo voltar a “dormir”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RTC Alarm Resume from Soft OFF&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item é usado para programar uma data e hora para que o PC seja ligado automaticamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ACPI Aware OS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aqui deve ser indicado se o sistema operacional possui suporte para ACPI (Advanced Configuration and Power Interface). É o caso do Windows 98 e superiores, mas não do Windows 95. Este recurso é necessário para que o PC possa realizar um Instant On, ou seja, voltar ao funcionamento imediatamente a partir de um estado de hibernação ou Standby, sem a necessidade de realizar um novo boot.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Power Button Funcion&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Indica como o botão Power do gabinete irá operar. Pode desligar o PC, ou então colocá-lo em standby. Note que esta programação também pode ser feita através de uma configuração apropriada do Windows.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Power Supply Type&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Algumas placas de CPU podem funcionar tanto em fontes/gabinetes AT como no padrão ATX. Possuem inclusive dimensões compatíveis simultaneamente com am&amp;shy;bos os padrões, e possuem dois conectores de alimentação independentes, um para cada tipo de fonte. Caso seja conectado a uma fonte padrão AT, várias das funções avançadas de gerenciamento de energia ficarão indisponíveis, como por exemplo, o modo standby. O PC só poderá ficar totalmente ligado ou totalmente desligado. Este item do CMOS Setup serve para indicar qual é o tipo de fonte na qual a placa de CPU está ligada, e a partir daí o BIOS ativará ou não as funções de economia de energia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LAN Wake-Up&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este comando faz com que o PC possa “acordar” do estado suspended quando ocorrer chegada de dados através de uma rede local.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fan Monitor xxx RPM &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Certas placas de CPU possuem sensores que monitoram a velocidade de rotação de ventiladores do processador e do gabinete, temperatura do processador e outros parâmetros críticos. Este item serve para que possamos, através do CMOS Setup, checar como estão esses parâmetros. Não precisamos entretanto monitorá-los através do CMOS Setup. As placas de CPU que possuem funções de monitoramento são acompanhadas de um software chamado DMI (Desktop Management Interface), que roda sob o Windows, e avisa o usuário em caso de aquecimento do processador, falha nos ventiladores, etc. Este item é apenas uma forma adicional de fazer essa checagem sem precisar carregar o sis&amp;shy;tema operacional. Quando alguns dos itens monitorados estão fora da faixa normal no instante do boot, é apresentada uma mensagem de erro. O usuário deve pressi&amp;shy;onar F1 e entrar no Power Management Setup para checar qual é o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das placas de CPU modernas podem controlar três ventiladores:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CPU Fan – o cooler ligado ao processador &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chassis Fan – ventilador opcional, instalado na parte frontal do gabinete&lt;br /&gt;Power Supply Fan – ventilador opcional, na parte traseira do gabinete&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nesse caso o CMOS Setup permite monitorar as rotações desses três ventiladores. Através de um software DMI, que é executado em segundo plano, o usuário pode ser alertado em caso de falha em um desses ventiladores.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Thermal Monitor xxxC/xxxF ou CPU Current Temperature&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item serve para checar, através do CMOS Setup, como está a temperatura interna do processador, sem que para isto seja preciso car&amp;shy;regar o software DMI no ambiente Windows (veja o item Fan Monitor xxx RPM acima).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Motherboard temperature monitor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As placas de CPU modernas podem informar não apenas a temperatura do processador, mas também a temperatura interna do gabinete. Ao manter a temperatura interna do gabinete baixa, estamos contribuindo para reduzir a temperatura do processador. O ideal é permitir que esta temperatura esteja no máximo entre 40 e 45 graus. Se a temperatura aumentar devemos tomar providências para melhorar a refrigeração. Usar ar condicionado, organizar os cabos flat no interior do gabinete para não bloquear o fluxo de ar, instalar um cooler adicional na parte frontal do gabinete são algumas providências que ajudam bastante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Voltage Monitor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item serve para checar, através do CMOS Setup, os valores que constam nas saídas dos reguladores de voltagem da placa de CPU. São mostradas as tensões nominais (ou seja, o que deveria estar marcando) e os valores medidos pelo Setup. Tolerâncias pequenas são permitidas, como 5% para mais ou para menos. Valores fora da faixa de tolerância são informados automaticamente quando o PC é ligado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CPU Overheat Warning Temperature&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Informa a temperatura a partir da qual deve ser considerado excessivo o aquecimento do pro&amp;shy;cessador. O valor poderá ser de 55, 60, 65, 70 graus, dependendo do processador. Utilize o valor default programado pelo Setup.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CPU Overheat Clock Down&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando a temperatura do processador é elevada acima do limite programado no item CPU Overheat Warning Temperature, o seu clock é automaticamente redu&amp;shy;zido, o que provocará uma redução na temperatura, fazendo com que volte a um limite seguro. Normalmente são oferecidas opções que são porcentagem do clock máximo, como 25%, 50% e 75%. Se o seu PC se tornar inexplicavelmente lento depois de alguns minutos de uso, o problema pode ser aquecimento do processador, seguido de redução automática do clock.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IDE Drive Power Down&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Indica se o disco rígido deve ou não entrar em baixo consumo de energia, junto com o resto do sistema. Quando ativamos este item, o disco rígido terá desligado o seu motor principal, ou seja, cessa a sua rotação. Na volta das atividades, será pre&amp;shy;ciso aguardar alguns segundos até que o motor seja ligado e atinja sua velocidade normal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Monitor Power Down&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao ser habilitado este item, o monitor será colocado em estado de baixo consumo após detectado um período de inatividade no sistema. A economia de energia ob&amp;shy;tida será grande, pois um monitor em geral consome cerca de 100 watts.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Suspend-to-RAM (STR) Capability&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este estado de economia de energia pode ser usado, desde que todo o hardware seja totalmente compatível, bem como os seus drivers. Neste modo, praticamente todo o PC é desligado, exceto a memória DRAM. Ao movimentarmos o mouse ou usarmos o teclado, o PC voltará a ficar 100% ligado, depois de cerca de 5 segundos. Pode ser necessário instalar drivers mais recentes para as placas do computador (CPU, som, vídeo, etc) para que este recurso funcione.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inactivity Timer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste item podemos programar o tempo de inatividade necessário para que o PC entre em estado de baixo consumo de energia. Em al&amp;shy;guns Setups, existe um único contador de tempo. Em outros, existem con&amp;shy;tadores independentes para que seja ativado o Standby Mode, e o Suspend Mode. Por exemplo, podemos programar um PC para que entre em Standby após, digamos, 10 minutos de inatividade, e para que entre em Suspend depois de ficar, digamos 20 minutos em Standby.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Monitor IRQ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não se trata de um item, e sim, vários itens, um para cada interrupção. Através dele indicamos quais interrupções devem ser monitoradas para, após inatividade em todas elas, o sistema entrar em estado de baixo con&amp;shy;sumo de energia. Também serve para indicar quais dispositivos podem levar o sistema à atividade normal. Digamos que queremos que o PC volte ao normal para, por exemplo, fazer a recepção de um fax. Será preciso saber qual é a interrupção usada pela placa fax/modem, e habilitar o seu monitoramento no Setup. Em caso de dúvida, habilitamos o monito&amp;shy;ramento de todas as interrupções.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Monitor DMA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Serve para monitorar atividades nos canais de DMA. São na verdade vá&amp;shy;rios itens independentes, um para cada canal de DMA. Quando habilitamos esses itens, esses canais de DMA serão incluídos na lista de dispositivos que são monitorados para a detecção de um estado de atividade ou de inatividade. Em caso de dúvida, pode&amp;shy;mos deixar todos esses itens habilita&amp;shy;dos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Monitor LPT / COM / Floppy&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Alguns Setups oferecem ao usuário a opção de monitorar seus dispositivos, sem que seja preciso indicar quais são as interrupções correspondentes. Nesse caso, apresentam uma lista com os diversos dispositivos, na qual podemos incluir os dese&amp;shy;jados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;&lt;strong&gt;Power Up Control&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta parte do CMOS Setup está presente nas placas de CPU mais modernas que seguem o padrão ATX. Uma fonte de alimentação ATX tem como característica, poder ser ligada por circuitos da placa de CPU. É possível, por exemplo, progra&amp;shy;mar a sua ligação automática em um determinado horário. PCs que usam o padrão ATX podem ser completamente desligados, ou serem colocados em modo de espera. O funcionamento volta ao normal, do ponto onde foi feita a suspensão, sem a necessidade de realizar um novo boot. Alguns itens do CMOS Setup fazem a regulagem do uso desses recursos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Power Button &lt;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este item tem duas opções: Soft Off e Suspend. Quando programado com Soft Off, o botão Power é usado para ligar e desligar o PC. Quando programado com a opção Suspend, este botão não desliga o PC, mas o coloca em modo suspend, ou seja, fica paralisado, consumindo pouca energia, mas pronto para voltar a funcionar no ponto onde parou. Nesse caso, para ligar e desligar o PC, é preciso pressionar o botão por mais de 4 segundos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AC Power Loss Restart&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Permite escolher como o PC será ligado novamente depois de uma queda de energia. As opções apresentadas são Enabled e Disabled. Programado em Enabled, faz com que o PC seja automaticamente ligado quando a ener&amp;shy;gia é restabelecida. Com a opção Disabled, o PC permanecerá desligado depois que a energia voltar. Será preciso atuar sobre o botão Power para ligá-lo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Automatic Power Up&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Permite programar o PC para que se ligue automaticamente em determi&amp;shy;nadas datas e horários, ou então diariamente em um horário programado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;Load Defaults&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Felizmente, todos os Setups modernos possuem comandos para realizar a progra&amp;shy;mação automática de todos os seus itens, fazendo com que o usuá&amp;shy;rio não tenha obrigação de conhecer profundamente o seu significado. De&amp;shy;pois de feita esta “auto configuração”, o usuário só precisa acertar o reló&amp;shy;gio, definir os tipos de drives e os parâmetros do disco rígido. Vejamos quais são esses comandos.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Load Optimal Defaults&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este é o comando utilizado na maioria dos casos. Faz com que todos os itens sejam programados da forma mais eficiente possível, mas sem ativar os itens que são con&amp;shy;siderados “envenenamentos”. Em geral, são progra&amp;shy;mados os seguintes itens, além de diversos outros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É habilitada a cache interna e a externa&lt;br /&gt;É habilitada a Shadow RAM para o BIOS principal e o da placa SVGA&lt;br /&gt;É ativado o máximo clock do processador&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com essas poucas providências, em geral o processador atinge o seu pleno desempenho. Entretanto, nem sempre chegamos ao máximo de&amp;shy;sempenho total do sistema. O bom conhecedor do Setup pode realizar ajustes visando obter, por exemplo, uma melhor taxa de transferência do disco rígido, através da ativação dos modos Ultra DMA e os outros recursos já apresentados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Load Fail Safe Defaults&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando o PC está apresentando problemas de funcionamento, muitas vezes é preciso reduzir bastante a sua velocidade. Com esta re&amp;shy;dução, em geral o PC passa a funcionar bem, pelo menos o sufi&amp;shy;ciente para que façamos uma investigação mais profunda sobre o pro&amp;shy;blema. Por exemplo, alguém inadvertida&amp;shy;mente instala memórias DRAM com 70 ns, quando a placa de CPU exige memó&amp;shy;rias de 60 ns. Isto faz com que a pro&amp;shy;gramação obtida com o “Optimal Defaults” resulte em erros de acesso à memória.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando usamos o comando “Load Fail Save Defaults”, todo o Setup é feito de forma que o PC opere com a menor velocidade possível. As caches são desabilitadas, o clock do processador é reduzido, e os tempos para acessar a DRAM serão os mais longos possíveis. O PC acaba ficando tão lento quanto um PC dos anos 80. Quando o PC fun&amp;shy;ciona com esta redução de veloci&amp;shy;dade, devemos experimentar habilitar cada um dos itens do Setup, até descobrir qual deles é o causador do pro&amp;shy;blema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Load Original Values&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando este comando está presente, são descartadas todas as alterações que o usuário realizou, sendo todos os itens reprogramados com os seus valores vigentes no instante em que o programa Setup entrou em execu&amp;shy;ção. Seu uso é equivalente a sair do Setup sem gravar os dados no chips CMOS, e depois executar o Setup no&amp;shy;vamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Exit&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todos os Setups possuem um comando de finalização, após do qual é dado prosseguimento ao processo de boot. Alguns Setups conti&amp;shy;nuam de onde pa&amp;shy;raram quando o usuário invocou a sua execução. Outros começarão tudo desde o início, apresentando uma nova contagem de me&amp;shy;mória e tudo o mais que ocorre durante o processo de boot. Ao sairmos do Setup, temos duas opções, como mostramos a seguir:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Save and Exit&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com este comando, as alterações feitas pelo usuário são armazenadas definitiva&amp;shy;mente no chip CMOS, antes do Setup terminar sua execução.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Do not Save and Exit&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Usamos este comando para desistir das alterações que fizemos. Os dados do chip CMOS serão os mesmos vigentes no instante do início da execu&amp;shy;ção do Setup.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-6905510165923381623?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/6905510165923381623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/6905510165923381623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2007/11/tutorial-sobre-setup-parte-7.html' title='Tutorial sobre setup - Parte 7'/><author><name>Download</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13946821148751668249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-7777897574982867370</id><published>2007-11-06T19:27:00.000-02:00</published><updated>2007-11-06T19:56:00.801-02:00</updated><title type='text'>Introdução ao SQL</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Muitos já tentaram colocar aplicações Delphi em rede, usando Paradox ou qualquer outro banco de dados. E essas pessoas devem ter notado que a velocidade da rede diminuiu muito após o início do acesso dos usuários ao banco de dados. Por que isso acontece? É óbvio: quando você manipula tabelas via rede, a tabela inteira é transferida para a estação, para que o mesmo possa processar os dados e exibir somente o desejado ao usuário. Freqüentemente a maioria desses dados é desperdiçada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Além disso, não existia uma maneira fácil de se relacionar duas ou mais tabelas sem utilizar muitas linhas de programação, e nem uma forma simples de exibir esses dados em um componente Data Aware (de dados, como o DBEdit).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso acabou. Para facilitar a vida dos desenvolvedores de computação Cliente/Servidor é que foi criada a linguagem SQL. Ele resolve diversos problemas decorrentes de uma programação "comum":&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;· Tráfego na rede.&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Transferir uma tabela de 100K pela rede não é muita coisa, mas um banco de dados com 50 tabelas num total de 450 MB de dados é coisa demais para ser transferida em uma rede, por menos utilizada que seja para outros fins. Usando SQL, a estação simplesmente envia o comando para o servidor, que retorna somente os dados relevantes;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;· Processamento.&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;A maioria computadores utilizados como clientes em uma rede é formada por 386 e 486 (na melhor das hipóteses são Pentium 133 MHz recém-instalados). Esses computadores não são poderosos o suficiente para processar dados de um banco de dados muito grande. Bancos de dados SQL fazem o trabalho pesado diretamente no servidor (é mais viável (inclusive economicamente) colocar um ou poucos servidores de última geração no comando desse tipo de processamento ao invés de muitos computadores não tão poderosos nas máquinas clientes;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;· Relacionamento de dados.&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;É praticamente impossível você colocar mais de uma tabela em um DBGrid utilizando o componente TTable. E para ler / gravar dados em tabelas relacionadas, era necessário o uso de longas linhas de código para realizar uma transação, sem a garantia de que os dados sejam gravados em todos os locais necessários. Utilizando SQL e bancos de dados relacionais adequados (como o Interbase, Sybase, Oracle, etc.), é possível obter segurança nas transações, além de ser possível relacionar várias tabelas em um único DBGrid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Você deve estar pensando: onde posso usar SQL em meus programas? Fácil: você pode usar SQL em seus relatórios (naqueles casos onde você quer listar os dados de apenas um usuário), filtros de dados (é melhor que o filter), stored procedures (você precisa de SQL para criá-las e depois usá-las no sistema), redes com tráfego alto na rede (que impeça uma tabela grande de ser transferida na íntegra), etc&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vejamos os comandos básicos do SQL:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Pesquisa:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sintaxe:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Select &lt;campos&gt;from &lt;tabelas&gt;[where &lt;condições&gt;] [order by &lt;campo&gt;]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Select é o comando de pesquisa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;campos&gt;são os campos a serem incluídos na pesquisa, separados por vírgula (,). Caso você queira selecionar todos os campos de todas as tabelas, simplesmente coloque um asterisco (*) no lugar;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;tabelas&gt;é o nome das tabelas que entrarão na pesquisa, também separados por vírgula (,).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nota:&lt;/span&gt; não é o nome dos componentes TTable que serão digitados, mas sim os nomes das tabelas que foram digitadas no Database Desktop (ou no seu Gerenciador de Banco de Dados).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;where&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;order by&lt;/strong&gt; são opcionais. Utilize a cláusula where se você quiser fazer restrições na pesquisa (por exemplo, caso queira somente os clientes do Espírito Santo). A cláusula order by será utilizada caso você queira que a tabela seja ordenada por algum campo (por cliente, por exemplo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Notas:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;1. Caso você queira usar parâmetros ao invés de valores em qualquer lugar do comando onde isso seja possível (como &lt;campos&gt;, &lt;tabelas&gt;&lt;condições&gt;, etc.), é só criar uma variável iniciando com o sinal dois-pontos (:) antes do nome da variável (ex: Select * from Tabela where Campo = :Valor);&lt;br /&gt;2. Pode haver mais de uma condição em qualquer lugar que utilize where (como Select, Delete, update, etc). Você só precisa incluir uma expressão booleana (AND - E booleano, OR - OU booleano);&lt;br /&gt;3. Para exibir dados de uma tabela que NÃO esteja em outra, inclua &lt;campo&gt;NOT IN &lt;tabela&gt;. Os valores de &lt;campo&gt;que estiverem em &lt;tabela&gt;não serão exibidos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um exemplo para facilitar as coisas: Você quer listar todas as notas fiscais com os dados dos clientes. Há uma tabela chamada Clientes que possui os campos CodCliente (que é o código do cliente), Nome e Telefone. Todas as vendas estão listadas na tabela Vendas, que possui os campos CodCliente (cujos valores são os mesmos da tabela de clientes, para saber qual o cliente que efetuou a compra), Data e Valor. E essas lista será exibida por ordem alfabética de cliente. O comando SQL que faria essa tarefa é a seguinte:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Select * from&lt;/strong&gt; Clientes, Vendas &lt;strong&gt;where&lt;/strong&gt; (Vendas.CodCliente = Clientes.CodCliente)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;order by&lt;/strong&gt; Nome&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na condição where, não é necessário que o número do registro nas duas tabelas tenham o mesmo valor. Na verdade, não é necessário que haja um registro equivalente em cada uma das tabelas. Para cada código de cliente na tabela de clientes, pode haver zero, um ou mais registros equivalentes na tabela de vendas. O registro será repetido para cada vez que aparecer na outra tabela (e vice-versa).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Outras funções de pesquisa SQL são:Sum (&lt;campo&gt;), para somar o valor total da soma desse campo de todos os registros&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;na tabela;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;· &lt;strong&gt;Avg&lt;/strong&gt; (&lt;campo&gt;), para extrair a média aritmética desse campo de todos os registros na tabela;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;· &lt;strong&gt;Extract&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Day &lt;/strong&gt;/ &lt;strong&gt;Month&lt;/strong&gt; / &lt;strong&gt;Year from Campo&lt;/strong&gt;), para descobrir o dia/mês/ano de uma data qualquer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;· &lt;strong&gt;Min / Max&lt;/strong&gt; (&lt;campo&gt;), que exibe qual é o menor (ou maior) valor desse campo em todos os registros, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nota:&lt;/span&gt; Os comandos em negrito não devem ser alterados. &lt;campo&gt;é um nome de campo qualquer (numérico nos dois primeiros casos e data no terceiro caso. Day / Month / Year significa que você deve escolher uma das opções&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Inserção:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sintaxe:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Insert into&lt;/strong&gt; &lt;tabela&gt;(&lt;campo&gt;, &lt;campo&gt;, ..., &lt;campo&gt;) &lt;strong&gt;values&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(&lt;valor&gt;, &lt;valor&gt;, ..., &lt;valor&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Insert&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;into&lt;/strong&gt; é o comando de inserção de dados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(&lt;campo&gt;, &lt;campo&gt;, ..., &lt;campo&gt;) são os campos que terão seus dados informados (pode haver qualquer quantidade de campos). É opcional, e nesse caso você deve especificar todos os campos na ordem em que foram gravados no banco de dados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os valores após &lt;strong&gt;values &lt;/strong&gt;devem obrigatoriamente ser do mesmo tipo do seu campo respectivo e estar entre aspas (a não ser que esteja usando parâmetros).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Notas:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;1. A quantidade de itens em values deve ser igual ao de campos e estar em suas respectivas posições (um campo para um valor).&lt;br /&gt;2. Ao fazer uma inclusão, exclusão ou edição de dados, utilize o comando commit para confirmar a operação ou rollback para cancelar (se estiver usando Delphi, não será necessário usar esses comandos, a não ser que seja explicitamente definido no BDE (e normalmente não é) ou esteja usando CachedUpdates em uma Query (no último caso use o método ApplyUpdates do Dataset (ex: Table e Query).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ex.: Para incluir um registro em uma tabela chamada &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Clientes&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, com os campos &lt;strong&gt;Nome&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Idade&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Endereço &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Telefone&lt;/strong&gt;, utilizamos os seguintes comandos SQL:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Insert into&lt;/strong&gt; Clientes (Nome, Idade, Telefone, Endereço) &lt;strong&gt;values&lt;/strong&gt; (‘João’, ‘35’, ‘234-5678’, ‘Beco dos Afogados, n°. 13’)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E logo após, caso necessário, use:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Commit&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Edição:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sintaxe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;update&lt;/strong&gt; &lt;tabela&gt;&lt;strong&gt;set &lt;/strong&gt;&lt;campo 1=" expressão"&gt;, ..., &lt;campo n=" expressão"&gt;[&lt;strong&gt;where&lt;/strong&gt; &lt;condições&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Update&lt;/strong&gt; é o comando de edição;&lt;campo&gt; é o valor ou expressão que você vai passar para determinado&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;campo;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nota:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Sempre use a cláusula where, a não ser que queira alterar TODOS os registros da tabela. E não se esqueça de definir um campo chave que tenha um valor único para cada campo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ex.: Alterando a tabela do exemplo anterior, vamos alterar somente o telefone e endereço do João:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Update&lt;/strong&gt; Clientes &lt;strong&gt;set &lt;/strong&gt;Telefone = ‘000-0000’, Endereço = ‘Mansão dos Ricaços’&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;where&lt;/strong&gt; Nome = ‘João’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se esqueça do commit!&lt;br /&gt;Note que o campo na condição não precisa ser alterado (apesar de ser possível).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Exclusão:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sintaxe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Delete from&lt;/strong&gt; &lt;tabela&gt;[&lt;strong&gt;where&lt;/strong&gt; &lt;condição&gt;]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nota:&lt;/span&gt; Sempre use a cláusula where, a não ser que queira excluir TODOS os registros da tabela. E não se esqueça de definir um campo chave que tenha um valor único para cada campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ex.: Vamos excluir o João da lista de clientes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Delete from&lt;/strong&gt; Clientes &lt;strong&gt;where&lt;/strong&gt; Nome = ‘João’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comando acima irá excluir todos os registros que tenham o valor “João” no campo “Nome”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E terminamos por aqui esta introdução ao SQL. Neste artigo foram mencionados apenas os comandos básicos de SQL, porém num próximo artigo serão cobertos outros comandos SQL, como os de manipulação de tabelas e índices.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-7777897574982867370?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/feeds/7777897574982867370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1873419184489233691&amp;postID=7777897574982867370&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/7777897574982867370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/7777897574982867370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2007/11/introduo-ao-sql.html' title='Introdução ao SQL'/><author><name>Download</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13946821148751668249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1873419184489233691.post-6036033543444455530</id><published>2007-11-01T22:53:00.000-02:00</published><updated>2007-11-01T23:47:26.425-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Upgrade de bios'/><title type='text'>Tutorial sobre upgrade de BIOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em muitos casos pode ser necessário atualizar o BIOS de uma placa de CPU, visando resolver problemas e acrescentar suporte a novos dispositivos. A primeira providência a ser tomada é descobrir a marca e o modelo da placa de CPU. Essas informações podem ser obtidas com o programa CTBIOS, e também através das técnicas apresentadas no site &lt;a href="http://www.wimsbios.com/"&gt;http://www.wimsbios.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando ao site do fabricante da placa de CPU, temos que obter o programa que faz a gravação, bem como a versão mais recente do BIOS. É estritamente necessário utilizar um BIOS que seja próprio para a sua placa de CPU. Se for utilizado um outro BIOS, a placa tem grande chance de não funcionar mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é bom lembrar que a atualização de BIOS não é uma operação 100% segura. Se faltar energia elétrica durante a gravação, o BIOS estará perdido, e a placa de CPU inutilizada. Mesmo quando isto não ocorre, existe uma pequena chance de ocorrer travamento durante a gravação, ou mesmo que a atualização não funcione. O usuário e o técnico precisam estar a par desses riscos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois programas mais usados para fazer atualização de BIOS são o AWDFLASH e AMIFLASH, próprios para BIOS Award e AMI, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Upgrade de BIOS Award&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para reprogramar um BIOS Award, devemos usar o programa AWDFLASH.EXE. Devemos antes executar um boot no PC, usando a opção Somente Prompt do Modo de segurança. Copiamos para um mesmo diretório, o programa AWDFLASH.EXE e o arquivo que será gravado, já no formato BIN. Em geral, os BIOS são transmitidos pela Internet no formato ZIP, e você deve descompactá-los antes de fazer a gravação. No nosso exemplo, o arquivo com o BIOS, já descom&amp;shy;pactado, é o 5000V106.BIN. O programa AWDFLASH começa apresentando o quadro da figura 6, no qual pergunta qual é o arquivo que contém o BIOS a ser gravado. Usamos então 5000V106.BIN.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fig6 Fornecendo o nome do arquivo que contém o BIOS a ser gravado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2506.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 392px; CURSOR: hand; HEIGHT: 246px" height="190" alt="" src="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2506.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A seguir o programa pergunta se queremos gravar em um arquivo, o conteúdo do BIOS original. É altamente recomendável fazer esta gra&amp;shy;vação, o que nos permitirá voltar atrás em caso de problemas.&lt;br /&gt;Na figura 7, digitamos o nome do arquivo que irá armazenar o conteúdo do BIOS antigo. Como nosso antigo BIOS era o de versão 1.04, chamaremos o arquivo de 5000V104.BIN.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fig.7 O BIOS antigo já foi copiado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2507.gif"&gt;&lt;img style="WIDTH: 389px; CURSOR: hand; HEIGHT: 249px" height="205" alt="" src="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2507.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Logo depois que termina a gravação do BIOS antigo em um arquivo, o programa pergunta se desejamos reprogramar o BIOS com o arquivo novo (no nosso caso, 5000V106.BIN). Respondemos que SIM, e depois de alguns segundos, estará com&amp;shy;pletada a gravação. O quadro mostrado na figura 8 nos instrui a resetar o PC para que as alterações tenham efeito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fig.8 É preciso resetar o PC.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2508.gif"&gt;&lt;img style="WIDTH: 395px; CURSOR: hand; HEIGHT: 253px" height="205" alt="" src="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2508.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Reprogramando um BIOS AMI&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O programa AMIFLASH é usado para fazer upgrade em BIOS AMI. Sua operação também é simples, pare&amp;shy;cida com a já mostrada para o AWDFLASH. Podemos vê-lo na figura 9.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fig.9 O programa AMIFLASH.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2509.gif"&gt;&lt;img style="WIDTH: 398px; CURSOR: hand; HEIGHT: 279px" height="168" alt="" src="http://www.laercio.com.br/artigos/HARDWARE/HARD-022/2509.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O programa perguntará o nome do arquivo a ser usado para a gravação. Será ofe&amp;shy;recida a opção de gravar o BIOS original em um arquivo. Tanto o AMIFLASH como o AWDFLASH utilizam o formato BIN. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Detalhes importantes sobre atualização de BIOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os programas AWDFLASH e AMIFLASH foram desenvolvidos pela AWARD e AMI, respectivamente, para serem distribuídos por fabricantes de placas de CPU, visando a programação de novas versões de BIOS. Entretanto, devemos sempre consultar o fabricante da placa de CPU, e verificar se é oferecido um programa específico para esta gravação. Este é o caso, por exemplo, de placas de CPU pro&amp;shy;duzidas pela Intel, que utilizam seu próprio programa de gravação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Existem placas de CPU nas quais é preciso habilitar a reprogramação do BIOS, através de um jumper, ou então do CMOS Setup. É recomendável deixar desabilitada a gravação, quer seja isto feito através de um jumper, quer seja pelo CMOS Setup. Existem certos vírus de PC (ex: Chernobyl) que apagam o BIOS do PC. Habilite a gravação apenas quando for atualizar o BIOS.&lt;br /&gt;Todos os fabricantes de placas de CPU, assim como os sites que trazem informa&amp;shy;ções sobre upgrade de BIOS, avisam o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Importante: Faça o upgrade de BIOS apenas se o seu PC estiver apresentando problemas causados pelo BIOS. Este upgrade deve ser feito por sua conta e risco. Os fabricantes de placas de CPU não se responsabilizam por pro&amp;shy;blemas que possam ocorrer pela reprogramação do BIOS, mesmo que te&amp;shy;nha sido realizada de forma correta. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Upgrade de BIOS não é uma operação para ser feita por principiantes. Por exem&amp;shy;plo, se for feita uma gravação usando um arquivo errado, a Flash ROM ficará inuti&amp;shy;lizada, e terá que ser trocada por outra igual, com o BIOS correto já gravado. O problema todo é que se o BIOS gravado na ROM estiver errado, não será possível executar um boot, e sem o boot, não poderemos usar o programa gravador para reprogramar o BIOS correto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1873419184489233691-6036033543444455530?l=blogg-info-tutorial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/6036033543444455530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1873419184489233691/posts/default/6036033543444455530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogg-info-tutorial.blogspot.com/2007/11/upgrade-de-bios.html' title='Tutorial sobre upgrade de BIOS'/><author><name>Download</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13946821148751668249</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
